
Um sábado de manhã pode fornecer um mundo de emoções em poucos minutos… Pode ser um “Boião de Cultura”!
As “Moçoilas” (Margarida Guerreiro, Teresa Colaço, Teresa Muge e Eduarda Alves) aguardavam o arranque da produção de um clip promoccional a cargo da ALGARPALCOS em pleno Mercado Municipal de Loulé…

A mãe do Rui Pedro com a APCD – Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas realizou uma acção de sensibilização e Recolha de Fundos numa grande superfície…


Enquanto, no cemitério, o Naicinho e o Luís repousam depois de nos terem deixado grande mágoa com as suas partidas prematuras…
Há quem se divirta destruindo Jardins 
o que não espanta ou move ninguém em face do pouco apreço que estes espaços estão a merecer nos tempos que correm e na Cidade em que residimos.

«…Dizer “Não ao Desemprego” é travar o genocídio lento mas implacável a que o sistema condena milhões de pessoas. Sabemos que podemos sair desta crise, sabemos que não pedimos a lua. E sabemos que temos voz para usá-la. Frente à soberba do sistema, invoquemos o nosso direito à crítica e ao nosso protesto. Eles não sabem tudo. Equivocaram-se. Enganaram-nos. Não toleremos ser suas vítimas.»
José Saramago
http://caderno.josesaramago.org/2009/11/10/nao-ao-desemprego/

Momento da Entrga da Obra! Foto:ssebastiao
O Quim do Sapateiro, quase sem visão, com muita poesia no corpo e alma doloridos, aposta submeter-se à decisão dos entendidos nas “coisas das letras” alimentando a esperança de, com o prémio, recuperar a vista e poder ler aquilo que escreve!
Esta acção de solidariedade do “sebastião” não termina com a entrega do Original para o Concurso Literário Luso-Espanhol em Vila Real de S. António… Está em estudo a produção de um registo áudio de poemas do autor.
A compra de obras do Quim pode ser feita no “sebastião” bastando encomendar por mail… (Ver página “Quim do Sapateiro”!)

Rodagem televisiva em 28 de Outubro. Foto:ssebastiao
Homenagens e divulgação de António Aleixo nunca serão demais. Não o serão se, indo além do relato de episódios caricatos relacionados com a dureza da vida do homem, se centrarem na sua obra, na profundidade da filosofia e no humanismo que encerra em si e lhe garante contemporanidade.
Duas quadras que julgamos serem inéditas (ou pouco conhecidas) e nos foram ditas por António Simões (Zorro) que as escutou da boca do poeta:
Um coelho barrocaleiro
Vale um dia de trabalho
Vendido por este dinheiro
É um negócio do (caralho)!
…
Não és alta, não és baixa
És a rainha das flores
És a caixa da graxa
De todos os engraxadores!
A primeira foi dita (no Calcinha) quando Aleixo vendia um coelho que caçara e a segunda na Oficina de Sapateiro do pai do nosso relator.
Esperemos então que o popular historiador José Hermano Saraiva se centre na vida e obra do Aleixo e não se perca em brilhantismos inúteis!

A escultora e seu marido assumem em exclusivo a actividade artística desde a Fonte Santa, concelho de Loulé.
Na sua juventude possuem coragem adulta, tanto maior quanto sabemos que a arte é amada ou odiada por quem dela pouco sabe, mas decide, valida ou paga.
É natural quem faz faça o melhor e quem recebe tenha opinião e, nem sempre goste. É assim a Arte! Aquilo que hoje não gostamos vai ser a marca dos tempos que estamos vivendo hoje.
Ora, com o seu trabalho na “1ª ArteMar do Estoril (Cascais), a Teresa Paulino obteve o cimeiro segundo lugar com o “Red Fish” construído a partir dos resíduos recolhidos do mar, só vencido pela “Plastic World”, talvez por ser mais fácil de entender palos votantes on-line (embora seja um significativo trabalho, também).
Aconselhamos uma visita ao site do evento para que sintam o orgulho do “sebastião” pelo feito desta nossa amiga!
Os medos do final da 2ª Guerra não terminaram com a demolição do Muro; nestes vinte anos, outros muros foram levantados, sempre motivados pelo Medo e pela Intolerância.
Por um Mundo de Pessoas Livres e Fraternas… derrubemos os Muros!
Em dia de festejar a Queda do Muro da Vergonha, assistimos à construção do Muro da Indiferença… pela Árvore!
Era de esperar! Com o prazo de conclusão à porta convém mostrar o que se está a fazer…
Vai daí, para evitar “alarde”, domingo bem cedinho, corta-se e pronto: Ninguém viu e a obra aparece!

Desta vez foram 3 Jacarandás… restam outros 3, até ao próximo ataque!

Depois, sim depois, ninguém dirá nada. Ou antes, perguntará isto: Quem quer uma árvore à frente da janela?
Duas coisas queremos declarar:
1- Cumpre-se a lógica de “mostrar a obra feita”!;
2- Adiamos, uma vez mais, o aplauso aos Espaços Verdes. Porque a actualidade nos obrigou!
Na verdade, toda a obra avançou, até a rampa de acesso se encontra executada, sem que as árvores incomodassem ou apresentassem doença.
Apenas, e a verdade é essa: encobriam a obra fresca!
De “ponto em ponto” bordou, João Martins do blog Macloulé, a fio de seda uma homenagem à Araucária do Convento do Espírito Santo, torturada por mãos insensíveis de gente que o futuro olvidará na inversa medida que recordará a atrocidade cometida sobre o Património Vegetal na carne deste exemplar qualificado por iniciativa da Almargem.
Cabe-nos agora a nós não calar para que não volte a suceder!

Alunos observando aquilo que Luís Furtado observou!
“A arte é das mais nobres formas de representação da realidade. No quadro em exposição, obra do pintor Luís Furtado, há uma raridade entreposta entre o fim das velhas nobres casas da antiga vila Louletana e o fio do horizonte, que é impossível escapar ao olhar de um observador mais atento e amante do mundo da natureza e da vida de todos nós.
Tratava-se da mais preciosa dádiva que Deus concedeu a todos os Louletanos. Uma araucária gigantesca impunha as suas formas a toda a cidade. Infelizmente, a real crueldade da vida humana e das acções dos homens, levou a que a arte estivesse desta vez condenada, a cristalizar nas memórias de todos nós como o passado da natureza louletana era bem mais belo do que o presente e o futuro. A arte, produtora de um imaginário que perdura sem prepara lá da existência dos homens, transformou-se sem o querer, desta vez, em forma de intervenção e de denúncia.

Óleo da autoria de Luís Furtado com Araucária dominando o horizonte (1964)
Obrigado ao Professor António Almeida, por me ter gentilmente cedido estas duas imagens para poder produzir este texto no Árvores de Portugal. Obrigado ao Professor Almeida por ter levado estes jovens ao encontro de novas imagens do futuro.
Como todos gostaríamos que os futuros artistas pudessem imaginar Loulé como maravilhosamente o fez o pintor Luís Furtado. Era sinal que tínhamos de volta a nossa árvore do conhecimento, representada na velha araucária. Era sinal de esperança e de sabedoria.”
João; não tens que agradecer, antes, és merecedor do reconhecimento colectivo pela excelente prosa que produziste que dignifica a marterizada árvore e dá relevo à magistral técnica e riqueza moral do pintor Luís Furtado… quanto ao resto, é a Escola aprendendo e observando a Vida, depois de visitar a Exposição de Pinturas de Luís Furtado (disponível até ao dia 28 deste mês)!
Depois de ter sido, orgulhosamente nos seus tempos áureos, um equipamento social de primeira necessidade…
… permanece, parcialmente intacto, aguardando aquilo que a modernidade lhe ditar.
Nós, perante ele, recordamos uma antiga proposta do blog: Criar o percurso “Rota da água”!

Em sessão extraordinária, vai reunir-se pelas 20,3oh de hoje a Assembleia de Freguesia de São Sebastião, na Sede da Junta e tendo a seguinte Ordem de Trabalhos:
1- Proposta sobre o regime de permanência de um elemento do Executivo da Junta de Freguesia;
2- Proposta para consentimento de assinatura por parte do Presidente da Junta de Freguesia de Contratos de Colaboração entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia:
3- Discussão e Aprovação de alteração do Regimento da Assembleia de Freguesia.
Apesar de não ser contemplado qualquer período para Intervenção do Público não deixa de ser interessante a presença dos cidadãos interessados em acompanhar e conhecer os seus eleitos no exercício das suas funções cívicas, pelo que fazemos o convite para que compareçam!
Este ano não fomos lá, por isso não damos opinião. Têm imagens aqui!
Adelaide
![i000770_big[2] i000770_big[2]](http://ssebastiao.files.wordpress.com/2009/11/i000770_big2.jpg?w=300&h=225)
Adelaide estacionou o carro em Avintes. Tirou o menino do carro. Despiu-lhe a bata aos quadradinhos azuis e deu-lhe de comer. Um pacotinho de leite com chocolate e um pastel de nata. Disse-lhe assim: Vamos ver o rio. É bonito antes de anoitecer. Caminharam de mãos dadas durante uns minutos por uma vereda de terra batida. O menino cantarolou a canção de um anúncio da televisão. O rio apareceu-lhes de repente. Ficaram parados a olhar o casario da outra margem. Escutaram o suspiro breve do dia que terminava. Quando a noite chegou, Adelaide agarrou-se ao filho e atirou-se ao Douro.
(não me sai da cabeça a mulher que se atirou ao rio com o filho.)
Sabemos que o escravelho já atacou em Almancil obrigando ao abate de Palmeiras. Este processo está a ser acompanhado pela Divisão Autárquica com competência em Espaços Verdes.
Mas, face a previsível dimensão da praga, precisamos de apurar dados e encontrar soluções que contenham a invasão. Será o que faremos em próximos escritos sobre este assunto!

Muro derrubado e não reposto. Foto:ssebastiao
Em dia de reviver o luto e recordar os que partiram, nada melhor que fazer o exame daquilo que nos ligava ao “bluff finado” e das causas directas da sua finitude!
Sendo certo que um bom exercício passado pode ser indicador de promissor futuro é igualmente verdade que esse futuro se constrói com personagens do presente, de preferência bem integrados no tecido social, dispondo de valor eleitoralmente manifestável nas urnas…
Ora, após a derrota em 2005, as personagens que se mantiveram interventivas, apesar do adormecimento geral, foram silenciadas e ignoradas, algumas até traídas pela “solução habilidosa” criada para garantir honrosa espera pela época das “novas oportunidades”…
A gripe conveniente não escondeu o “bluff”, que de início já o era, (ele) contribuiu para autorizar o poder que já provara não ser competente, gravosamente abdicando de criticamente o acompanhar: matando-se!
Cuidemos da sepultura, sem muito carpir, pois que há que reunir o património, escolher o “cabeça de casal” e rumar adiante!
Paz à sua alma!
Fertilizar é preciso!
ou: Outro modo de sentir a “Parada do Horror”!

Cerâmica de Júlia Cota. (pescado na Net)
Polícia vigia grupos de jovens dedicados à criminalidade
Fomos por estes dias testemunhas daquilo que pode fazer a infância utente das tecnologias de comunicação e frequentadora das redes sociais que as mesmas lhe proporcionam.
O “Palhaço” e os jogos de “Nível” quando transferidos para a vida real podem tornar garotos pacatos em delinquentes; lançar o pânico e perturbar a vida social.
Pais e Orgãos de Comunicação demonstraram uma infantilidade ainda maior que as crianças aterrorizadas com os SMS que receberam, lidaram mal com o problema: adensaram o pânico!
Este “dia das Bruxas” vai acontecer depois de ter sido vivido um Medo Real criado por meios Virtuais e por razões que temos que Descobrir para nos defendermos!
Há, contudo, uma lição a retirar: não basta oferecer ferramentas de comunicação, sendo necessário dar a informação suficiente, para que exista uso correcto! Mas mais importante ainda será ter comunicação directa e constante com os filhos. Tal comunicação (educação) não pode ser substituída pela chamada de telemóvel!
Esta que foi uma acção de “gangs” acabou por revelar as fragilidades da segurança escolar face à abundância de telemóveis na Escola.

Falso muro, imagem de Outubro de 2008! Foto:ssebastiao
Da crise conhecida no Cemitério de Loulé, da instabilidade dos seus solos, das contínuas obras e do estado do Muro iremos, um ano mais, aqui dar nota e acolher testemunhos.
Esta é, tradicionalmente, a época de maior afluência ao local de repouso dos nossos familiares. É, por isso mesmo, o tempo oportuno para a avaliação actualizada do trabalho realizado pela Autarquia neste âmbito da sua acção.

Falso muro, imagem de Outubro de 2009! Foto:ssebastiao
Quem foi que disse que reparou o muro fronteiro ao Lidl?

Olá querida Teresa;
acabei de ver teu irmão e um teu amigo na RTP1 “Portugal no Coração” 28-10-2009…
Amiga que Deus e a Ciência te dêem forças e um daodor compatível de fundo do meu coração é o que desejo.
Não desistas, continua a lutar, e o teu doador Deus encontrará muito em breve! Força Teresa és uma lutadora! Parabéns pela força que tens desmonstrado! Eu, Portugal o Mundo inteiro estamos contigo.
Que as minhas energias positivas passem para ti Teresa! “nunca desanimes! o sol voltará a sorrir Amanhã… ou depois da amanhã.” Este e o meu lema de vida, do fundo do meu coração, espero que te traga o doador e conforte nesta fase da tua vida. Um bilião de beijinhos e forte abraço amiga. As melhoras do fundo do meu coração!
Maria Teresa (Ilha da Madeira)
Onde estavas em 26 de Outubro de 1969?
http://caminhosdamemoria.wordpress.com
Belíssimo trabalho de um blog que soube fazer a pergunta.
9 histórias pessoais para compreensão da caminhada realizada nestes 40 anos (entre Eleições Legislativas) da vida portuguesa, ajudando a entender os “porquês” dos diferentes posicionamentos dos portugueses, politicamente falando.




