Estaleiro… escolar.
Uma vez mais a Rua Professor Carlos Ramos sobre a qual escrevemos há dias a propósito do desrespeito pela Linha Amarela e do tapume que ocupava o passeio, entretanto retirado; volta agora a apresentar obstáculo à mobilidade de peões e desta vez é indesculpável!
É revoltante que a licença de montagem de estaleiro de obras afecte o uso da via pública, aconteça isso onde acontecer! Nos tempos que correm e com os meios que existem não se pode aceitar a destruição de calçadas e o enlameamento de vias. Para mais, sendo uma obra da responsabilidade da Autarquia!
Fica este problema confiado aos cuidados da Divisão de Edifícios Municipais de quem se espera uma conveniente solução que considere que são sobretudo crianças e jovens das escolas que utilizam esta Rua… estaremos atentos!!







Mais um probleminha que o Snr. Presidente de S. Sebastião tem para resolver. Mas é fácil. Basta um pouco de boa vontade e disponibilidade. Será que não tem ? E depois é de saudar este blog por chamar a atenção mais uma vez ao Snr. Presidente para colocar as coisas no lugar. É pena que tenha de ser um autor de um blog a chamar a atenção. De qualquer modo é positivo que ele siga este conselho. Se é um democrata………. Mary
Situação idebtificada = Problema resolvido!
Logo bem cedo este sábado uma pequena equipa iniciou trabalho de recuperação do calcário da calçada e irá cimentar esta entrada para a obra na Escola Mãe Soberana.
Satisfeito fica o “seBASTIÃO” por ser dada pronta solução a este caso aqui denunciado, ainda mais ficaria se de futuro encontrasse, antecipação técnica dos incómodos… e que este exemplo fosse adoptado pelos promotores privados!
Falta resolver agora o caso da Igreja de Santana. Funerais aos montinhos sem privacidade das pessoas e com o perigo do trânsito naquela rua. A maioria fica na rua em reunião pois não chega a entrar lá dentro. Nós sabemos que os snrs padres pouco ligam a isso. Veja-se o que foi na Igreja do Hospital durante anos e anos antes das obras que agora começaram por causa das eleições. As pessoas depois de lá estarem horas tinham que seguir o funeral até à outra igreja para depois voltar a saír. Uma pouca vergonha nunca vista em lado nenhum. E agora ali mudaram a táctica. Mas tudo está mal na mesma. É preciso levantar a voz. Loulé continua ser, em muitas coisas, do 3º mundo. Aqui deixo o meu desabafo. Pois como os homens do poder aí dessa freguesia como estão a atender aos conselhos desse blog pode ser que neste resolvam o assunto.
Bom domingo para todos! Fernando
Não aparece por aqui uma melga pegajosa que tenta a todo o custo destruir o bom ambiente do blog Louletania? Ali, por onde passei cinco ou seis vezes hoje, um tal Carlos tenta destruir os diálogos das pessoas sendo realmente uma coisa que mete repugnância. Pelo menos por aqui tal figurão não chateia. Ainda Bem!… Também eu acho que os velórios da Igreja dos Espanhóis não servem a população, daquela forma que estão a ser feitos. Já lá fui duas vezes e penso que tem de haver uma solução para tal caso. Sebastião concerteza que terá uma opinião sobre isso. Gostaria de saber! Manel LL
Quem tem responsabilidades sobre esse assunto da dignidade dos velórios na Igreja de Sant’Ana? A autarquia, o clero, ambos?…é que em dia de chuva ainda se torna mais difícil a dignidade do culto dos mortos. “Diz-me como tratas dos mortos, dir-te-ei o que pensas dos vivos”… estou certo que se dependesse só do amigo Almeida, a busca da melhor solução, era atendida! Já são vários os cidadãos desta cidade a chamar a atenção para o problema. Interessante que recorram aos blogues…
Manuel e Fernando, caros amigos; a questão que aqui trazem já foi por diversas ocasiões objecto de tópicos e comentários neste blog. Gostaria de ir além de pequenos retoques na situação presente, mas a localização da Capela (desconheço se já foi benzida) não é melhor, não oferecendo conforto e ambiente espiritual próprio a este tipo de afectos sentidos de familiares e amigos que necessitam de proximidade e privacidade… na sua dor!
Algo tem, de facto, de ser feito… mas pelas Paróquias; desde logo abrindo as Igrejas e Capelas dos sítios afastados para que lá se possam velar os falecidos pelos amigos e vizinhos ao invés de trazer tanta gente à Cidade onde funciona apenas uma Capela Mortuária e a horas em que não funcionam os transportes públicos! Poderão os amigos pensar que a solução actual é transitória mas eu acho que não. Não creio que após as obras de reparação da cobertura da Igreja de Misericórdia esta volte a cumprir a anterior função. Resumindo, acho que a questão aqui não é a Capela de Sant’Ana, que até é bom ter sido reparada e aberta, mas sim a resolução dos Serviços Fúnebres que só o pode ser com a abertura de uma outra Capela e, como atrás referi, a utilização de Igrejas e Capelas das Freguesias com em Vale Judeu e Monte Seco, por exemplo. Entretanto, será justo exigir que nunca seja velado mais do que um corpo em cada espaço, por via de acerto dos calendários, entre Funerárias e a Paróquia de S. Clemente a quem a CML entregou a gestão do único espaço existente por agora… Proporia para breve a abertura da Igreja das Portas do Céu a este tipo de serviço com a ressalva de o corpo ser transferido para a Igreja Matriz (funeral cristão) de onde sairia o cortejo fúnebre até ao Cemitério. É no cortejo que o “problema maior” se coloca pelos transtornos que cria ao tráfego! Irei escrever sobre o assunto depois de considerar alternativas e de ouvir quem sabe e pode ter ideias… mas não é assunto fácil e vai precisar de juntar a vontade de muito!
Não sei porquê, mas a Igreja das Portas do Céu já é utilizada, às vezes, para velórios…!
Professor Almeida, além da igreja das Portas do Céu ainda existe outra junto à Matriz que não me recordo agora o nome, que fica debaixo do arco. Onde, por sinal, já lá foram velados corpos quando a Igreja do Hospital esteve encerrada a ùltima vez. É pequena, é certo mas então que rezassem missa na Matriz, como faziam quando saiam da igreja do hospital. Pois realmente esta Igreja de Sant’Ana, quando se junta mais que um funeral, é um pandemónio para quem vai acompanhar o defunto até à última morada, visto a rua ser muito movimentada.