1 hora e meia!!!! para resolver uma batida

2008 Dezembro 2

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… do Quartel ao local do embate distam – 3 minutos, a pé – “não se entende tanta demora para desbloquear o Largo de S. Francisco!” foi o que toda a manhã se ouviu.

8 Respostas leave one →
  1. 2008 Dezembro 2
    Anónimo permalink

    Será falta de policias?
    Há cerca de 1 mês bateram no meu carro por volta das 7 da manhã e teve que vir uma patrulha de Salir porque não havia nenhuma disponível em Loulé.
    Passados uns dias desloquei-me ao Posto por 2 vezes e fiquei abismada com a falta de organização que se passa lá dentro e que observei durante a meia hora que estive á espera que me dessem o papel que ia buscar, o qual já tinha confirmado telefonicamente que estava pronto.
    Isto diz tudo…

  2. 2008 Dezembro 3
    M. Santos permalink

    Em dia de greve da vossa classe e com a devida vénia transcrevo um interessante comentário do C. de Quarteira:Ao princípio, argumentava-se que o sistema era complexo, burocrático, injusto, que os avaliadores podiam não “pescar uma ova” da matéria dos avaliandos… Bem, então o Governo cedeu onde achou que devia ou onde podia.Falho de argumentos, o Sindicato, pela boca de um professor que nunca deu mostras de excelência, passou a recusar sentar-se à mesa para negociar sem que a “outra parte” – a que, em princípio quer meter um pouco de ordem na desordem existente – não dissesse previamente que cedia ao que o senhor do bigode, falando “em nome de todos”, reivindicasse.
    Assim uma coisa do género “negociamos, desde que todas as minhas exigências sejam satisfeitas e nenhuma das tuas”. Que rico negócio!
    Então, decidiu o senhor do bigode: vamos para a guerra. Os alunos que se lixem. O funcionamento normal de uma escola, que se lixe. O que conta é vencer a ministra, vencer o Governo, derrubar o Sócrates.
    Bolas! Vamos ser claros: os professores, na generalidade, não querem ser avaliados. É mentira que queiram outro modelo de avaliação. Se o quisessem, porque não o teriam já apresentado?
    Para grande parte dos professores reclamantes, a escola está minada por um tipo de seres que lhes não merecem a mínima confiança: os outros professores. Como podem os primeiros admitir que esses fulanos, docentes da sua própria escola, tenham o poder de avaliar o que eles fazem no recato das quatro paredes das suas salas? Avaliados pelos colegas? Era só o que faltava: que esses tipos, de quem se diz mal pelas costas, uns velhos impertinentes, uns vaidosos, ultrapassados mas que têm a mania, que nem uma aula sabem dar, que usam normas pedagógicas do século XVIII, nos viessem avaliar?! Não faltaria mais nada!
    Chegamos à razão: Se os professores não querem ser avaliados, também não querem avaliar. Avaliar implica pensar; e pensar só dá problemas. Como é que o professor, cidadão português, fruto de uma sociedade hipócrita, habituado a nunca ter de prestar contas do que fez e, sobretudo, do que deixou por fazer, vai agora ser exigente com o colega?
    Sem pretextos plausíveis perante a opinião pública, perante os pais que se sentem prejudicados e por quem têm demonstrado total desprezo, perderam a razão. Mas nem assim se importam, títeres dos mais activos – que não significa que sejam os mais competentes; manobrados por políticos a quem só interessa derrubar quem está a governar, para ver se arranja lugar numa futura governação…
    Tenho pena, por todos aqueles verdadeiros Professores (sim, com letra maiúscula) que, felizmente, temos ainda em grande número, que, com a opinião generalizada que os portugueses têm da classe, sobre si vêem tombar um estigma que não merecem.
    Eu também tenho o direito de reclamar: Quero que o meu filho tenha aulas. Dadas por professores competentes. Dadas por bons professores. Já!

  3. 2008 Dezembro 3

    Santos; não sendo esse o tema do tópico em debate e nunca ter este blog tratado desse assunto profissional, embora lhe reconheça fulcral importância para a Educação em Portugal, tem havido silêncio quanto a esse assunto porque quem gere este blog lastima que tanta teimosia tenha levado ao lamentável desfecho que este processo terá e há muito que pessoalmente este moderador que lhe responde alertou gente próxima do Governo para essa perda de base social. Portanto, se o caro Santos tem dúvida quanto a manipulações deixo-lhe duas consultas que pode fazer:
    1- Qual a percentagem de professores sindicalizados e por quantos sindicatos se repartem (interessante ver também as influências partidárias desses sindicatos)?; 2- Quais foram os números da adesão a greve (mais baixos que as presenças em Manifestações)? Não esquecer que cada grevista vê descontado no vencimento o dia da greve, digo-lhe isto pois pode pensar que existem fundos de greve sindicais que restituam o dia de vencimento perdido.
    Para concluir, um vaticínio: Se o presente modelo que o ME teima em impôr não fôr integralmente substituído acolhendo as propostas sindicais (que existem há muito)outras greves existirão e as percentagens não irão baixar… em todas as escolas sente-se uma grande revolta contra o PS pela arrogância em querer impôr a sua ideia (que não funciona) e mais agora pela campanha de desinformação e insinuação de manipulação dos docentes pelos sindicatos (em especial a FENPROF) quando foram os sindicatos que com pouca base de apoio e a perder sindicalizados vieram juntar-se à revolta que cresceu espontânea na classe. A cegueira e teimosia políticas vão, a menos que o diálogo surja, ter consequências nas urnas e, até lá, o modelo de avaliação que o ME quer impôr não funcionará!
    Aceito voltar a falar deste tema quando todos falarem verdade e procurarem soluções autênticas.
    ***
    António Almeida, PQND, 9º Escalão, 34 anos de serviço.

  4. 2008 Dezembro 4
    M. Santos permalink

    Mas tudo isto é apenas cegueira e teimosia politica ? Não posso acreditar em tal coisa. Não há nenhum politico que goste de perder votos. Se houvesse…. Há ali realmente uma teimosia de parte a parte mas penso que se a coisa fosse assim tão fácil a Ministra já teria cedido porque a pressão que tem em cima poucos a suportariam. Aliás nem sei como esta mulher não se esgotou.. possívelmente a seguir ressentir-se-á. Eu não desejo mal à senhora aliás como não desejo mal à outra parte. Neste momento não faço ideia de qual será o final desta contenda. Aqueles dirigentes sindicais ultrapassados no tempo são causadores desta teimosia. Podiam e deviam ser substituídos por gente desta época, por gente com pensar do ano 2000 e não retrógados que nada mais sabem nem querem fazer porque estão grudados ao lugar há muitos anos. E isso por mais que queiram disfarçar já toda a gente viu. Aliás esses dirigentes sindicais no tempo da Manuela Ferreira Leite eram apelidados de tudo por muitos professores mas agora passaram a ser do melhor ! M. Santos – Quarteira

  5. 2008 Dezembro 4
    Anónimo permalink

    O problema é que o relatório da GNR só custa 10 euros. Se custasse 100€, o pessoal preenchia a declaração amigável e rapidamente ia embora. É para isso que serve a declaração amigável.

  6. 2008 Dezembro 5

    É claro, neste caso, que a análise da culpa não deixa dúvidas sendo a declaração amigável a solução correcta e que melhor responderia aos direitos de todos os utentes da via. Mas, sendo verdade que poucos são os que “dão o braço a torcer”, se a autoridade foi chamada… entra-se no “bloqueio mental” e ninguém toma iniciativa. A pedagogia deve caber à GNR, mas só no local a pode fazer e melhor a fará ser for lesta a comparecer. Se assim agir defende o bem comum e a fluidez da circulação que neste caso foi comprometida numa das vias de maior afluxo de viaturas.
    Já agora: Durante a Instrução dos Condutores alguma vez lhes é pedida a realização de um croquis de um acidente? Eu penso que a maioria dos utentes da Estrada não o sabe fazer!

  7. 2008 Dezembro 5
    Anónimo permalink

    A declaração amigável serve muito bem!
    O que acontece é que quem vem com “os copos” e dá uma cacetada num carro estacionado à porta do dono,(pensa que ninguém vê) e foge para não ter que soprar o balão! E se o carro fosse seu o que fazia?????????

  8. 2008 Dezembro 5
    Anónimo permalink

    A Div de Trânsito da CML que corta o trânsito na cidade ainda não de lembrou de colocar o sentido priobido na direcção que segue o carro vermelho?

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