Moçoilas e Rui Pedro…

Um sábado de manhã pode fornecer um mundo de emoções em poucos minutos… Pode ser um “Boião de Cultura”!
As “Moçoilas” (Margarida Guerreiro, Teresa Colaço, Teresa Muge e Ana Maria Palma) aguardavam o arranque da produção de um clip promoccional a cargo da ALGARPALCOS em pleno Mercado Municipal de Loulé…

A mãe do Rui Pedro com a APCD – Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas realizou uma acção de sensibilização e Recolha de Fundos numa grande superfície…


Enquanto, no cemitério, o Naicinho e o Luís repousam depois de nos terem deixado grande mágoa com as suas partidas prematuras…
Há quem se divirta destruindo Jardins 
o que não espanta, ou move alguém, em face do pouco apreço que estes espaços estão a merecer nos tempos que correm e na Cidade em que residimos.
![OMG ! [ Explore #1 ] OMG ! [ Explore #1 ]](http://static.flickr.com/2631/4150305338_5dd4270c04_t.jpg)




Boa noite Sr. Almeida. É bem verdade que o Sábado na nossa cidade pode ser um inesquecível “melting pot” não de nacionalidades mas de acontecimentos. Uma amalgama de assuntos todos diversos e todos importantes. As Moçoilas “já cá vão roubando” fãs aos cantores da ribalta perpetuando a música tradicional portuguesa, nomeadamente algarvia, e tendo o poder de pôr a bailar velhos e novos. Por outro lado, quero deixar a minha mensagem de apoio à incansável mãe do Rui Pedro e referir que aderi a esta iniciativa da APCD, associação de grande utilidade pública. Por último, desejo um bom descanso ao memorável “Naicinho da Farmácia” e ao Luís que no fundo foram ambos vitimas das diversas formas que existem no Mundo de nos alienarmos da triste realidade. RIP my friends. Tenha uma boa semana. Carpe noctem!
Lagrima; agrada-me verificar que captou e a mensagem deste post do tipo “crónica de caminhante”!
Mas reparo que ignorou a questão dos jardins, talvez, porque a imagem é fraca e não se entenda a destruição.
Caro Almeida ignorei a questão dos jardins exactamente porque pela imagem não consigo perceber a destruição de que fala. No entanto, é lamentável que alguns vejam na vandalização dos espaços públicos um divertimento. Enfim, é a face purulenta da sociedade em que vivemos. Contudo, deixe-me frisar que não concordo com a teoria de “falta de apreço” dos dirigentes pelos espaços supra referidos. Ainda que zelemos por algo a verdade é que não podemos proteger esse algo durante dia e noite. Por outro lado, as pessoas pouco correctas destroem todo o tipo de coisas não pelo exemplo que lhes dão mas por motivação própria. Carpe Noctem!