Moçoilas e Rui Pedro…

2009 Novembro 15

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Um sábado de manhã pode fornecer um mundo de emoções em poucos minutos… Pode ser um “Boião de Cultura”!


As “Moçoilas” (Margarida Guerreiro, Teresa Colaço, Teresa Muge e Ana Maria Palma) aguardavam o arranque da produção de um clip promoccional a cargo da ALGARPALCOS em pleno Mercado Municipal de Loulé…

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A mãe do Rui Pedro com a APCD – Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas realizou uma acção de sensibilização e Recolha de Fundos numa grande superfície…

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Enquanto, no cemitério, o Naicinho e o Luís repousam depois de nos terem deixado grande mágoa com as suas partidas prematuras…

Há quem se divirta destruindo Jardins DSC01107

o que não espanta, ou move alguém, em face do pouco apreço que estes espaços estão a merecer nos tempos que correm e na Cidade em que residimos.

3 Respostas leave one →
  1. 2009 Novembro 15

    Boa noite Sr. Almeida. É bem verdade que o Sábado na nossa cidade pode ser um inesquecível “melting pot” não de nacionalidades mas de acontecimentos. Uma amalgama de assuntos todos diversos e todos importantes. As Moçoilas “já cá vão roubando” fãs aos cantores da ribalta perpetuando a música tradicional portuguesa, nomeadamente algarvia, e tendo o poder de pôr a bailar velhos e novos. Por outro lado, quero deixar a minha mensagem de apoio à incansável mãe do Rui Pedro e referir que aderi a esta iniciativa da APCD, associação de grande utilidade pública. Por último, desejo um bom descanso ao memorável “Naicinho da Farmácia” e ao Luís que no fundo foram ambos vitimas das diversas formas que existem no Mundo de nos alienarmos da triste realidade. RIP my friends. Tenha uma boa semana. Carpe noctem!

  2. 2009 Novembro 15

    Lagrima; agrada-me verificar que captou e a mensagem deste post do tipo “crónica de caminhante”!
    Mas reparo que ignorou a questão dos jardins, talvez, porque a imagem é fraca e não se entenda a destruição.

  3. 2009 Novembro 15

    Caro Almeida ignorei a questão dos jardins exactamente porque pela imagem não consigo perceber a destruição de que fala. No entanto, é lamentável que alguns vejam na vandalização dos espaços públicos um divertimento. Enfim, é a face purulenta da sociedade em que vivemos. Contudo, deixe-me frisar que não concordo com a teoria de “falta de apreço” dos dirigentes pelos espaços supra referidos. Ainda que zelemos por algo a verdade é que não podemos proteger esse algo durante dia e noite. Por outro lado, as pessoas pouco correctas destroem todo o tipo de coisas não pelo exemplo que lhes dão mas por motivação própria. Carpe Noctem!

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