uma Bandeira na Varanda!


Inundar o Algarve com esta imagem pode ser a forma mais pacífica de (pós Scolari) mostrar a pertença a uma causa comum…

A Comissão de Utentes da Via do Infante procura fornecedor de 10.000 unidades, a bom preço claro, nem é ao acaso que está servida de staff gráfico experiente!!!

Aceitam-se proposta para estampagem 3 cores, 1,40×0,80m em nylon ou poliretano de baixa densidade!

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8 Comentários

Filed under ssebastiao

8 responses to “uma Bandeira na Varanda!

  1. Não colocarei bandeira porque folclore já há demasiado mas concordo que este pagamento não é justo como aliás outros.
    Ainda sobre os catorze jovens contestários no almoço de Viseu parece-me interessante esta opinião que aqui deixo: José Teles, Chama-se fascismo…:
    ‘Invadir uma reunião interna de um partido político, como aconteceu ontem em Viseu, é uma prática introduzida há 90 anos em Itália pelos “fascios” de Mussolini, como contou Bertolucci, e chama-se fascismo, com todas as letras, e o resto são cantigas, mesmo que ganhem festivais, aliás pelo mesmo método de votação, e com o apoio dos mesmos animadores de blogues que fizeram de Salazar “o maior português de sempre” e Álvaro Cunhal “o segundo maior”.(…)’C.Corp.

  2. Então e o Dr. Mendes Bota que costuma embandeirar logo em arco ou em haste a 100% não entra neste protesto? Ainda não o ouvi no seu estilo rezingão falando a plenos pulmões contra este pagamento. Vamos lá a soltar essa garganta ó Snr. Deputado!

  3. jornaleiro

    Mas quem raio é aquele homem ou boneco que vai num carro mini fazendo propaganda ao Jornal Camarário a Voz de Loulé? Já perguntei a três amigos mas ninguém me soube dizer. Quem é afinal tal personagem? Jornaleiro

  4. MAMA

    Não era Cavaco que não queria ondas para não agitar os mercados ?
    El País (FRANCESC RELEA) — Cavaco dibuja un cuadro catastrofista en su discurso de investidura:

    ‘La investidura del presidente portugués Aníbal Cavaco Silva, que hoy inicia su segundo mandato de cinco años, ha puesto de relieve la profunda fractura política que separa a Gobierno y oposición, y augura una difícil cohabitación entre el jefe de Estado conservador y el Ejecutivo socialista. En un discurso de 40 minutos, Cavaco ha hablado más como un líder de partido que como “elemento moderador de tensiones de la vida política”, según su propia definición. El presidente reelegido el pasado 23 de enero ha dibujado un cuadro catastrófico del país -”Portugal vive una situación de emergencia económica y financiera, que es también de emergencia social”-, y no ha ahorrado críticas al Gobierno, sin citarlo, y a los políticos que ejercen el poder, afirmando que “muchos agentes políticos no conocen el país real, sólo un país virtual y mediático”.’

    Publicado por Miguel Abrantes

  5. Ponte

    A avaliar pelo teor do “manifesto” que circula na internet convocando as manifestações de protesto da auto-denominada “geração à rasca”, é-se tentado a pensar que muitos dos seus promotores são dos que contribuiram para “eleger” o ditador Salazar como o maior político português de todos os tempos.

    E de facto no tempo de Salazar não existiam os problemas referidos no tal “manifesto”, designadamente a falta de empregos compatíveis com as habilitações literárias de muitos jovens. Por uma razão muito simples: o ensino era elitista, limitando-se o ensino obrigatório à instrução primária, isto é, à 4ª classe (aliás, se não estou em erro, creio mesmo que ele só era obrigatório até à 3ª classe, sendo a 4º – em que nos metiam na cabeça os cognomes dos reis, todos os rios, serras e itinerários dos combóios de Portugal – uma espécie de “mestrado” facultativo).

    Ora tal não acontecia por acaso, nem apenas pela proverbial sovinice do ditador. Com efeito, nos anos 60 a pobreza do ensino em Portugal, em comparação com os outros países da Europa, era de tal modo chocante e vergonhosa que alguns ministros mais “modernos” ou “tecnocratas” se atreveram a sugerir a Salazar que alargasse um pouco o número de anos de ensino geral e obrigatório. Mas ele recusou-se sempre a fazê-lo, alegando qualquer coisa como isto: “não convém dar-lhes instrução a mais, porque depois não conseguem arranjar emprego à altura dessa instrução e sentem-se frustrados e revoltados”.

    Era esperto, o “Manholas”! Com ele não havia “gerações à rasca”! Havia emprego para todos, como pedreiros, varredores, etc.! E não vinham para cá estrangeiros exercer essas profissões humildes que agora os portugueses já não querem!

    Ponte Europa

  6. Manif

    A propósito da manif de amanhã Viva a Liberdade de expressão mas há que não confundir as coisas;;;;Desconfio de um movimento que junta jovens defensores da ditadura do proletariado com jovens que votam em Salazar como o maior português, jovens das nossas “boas famílias” com jovens do bloco ou da JCP.

    Este movimento poderá ter nascido espontaneamente mas neste momento tem muito pouco de espontâneo, os jotas de todas as organizações políticas estão envolvidos sob disfarce, a comunicação social de direita está fortemente empenhada e até assistimos ao ridículo de ver um Cavaco Silva que sempre teve horror a manifestações vir apelar à participação.

    Não gosto nada de ser “comido” por parvo! Muitos dos que vejo dizerem estar à rasca sempre tiveram melhor vida do que eu e agora que acham que estão em boa idade de terem as mesmas benesses dos papás estão preocupados.

    Recordo-me das últimas frases do discurso de posse de John F. Kennedy “Por isso meus irmãos americanos não perguntem o que o seu país pode fazer por vocês. Perguntem o que vocês podem fazer pelo seu país. Meus irmãos do mundo: não perguntem o que a America fará por vocês, mas o que juntos podemos fazer pela liberdade do homem.”

  7. Anti

    Não às portagens. É possível afastar este pagamento. Já o não, é o homem escolhido para os próximos cinco anos.
    Faccioso, provinciano, mesquinho, vingativo, demagogo, catastrofista, como lhe chamaou a imprensa lá fora. Portou-se como uma Deolinda, um daqueles Homens da Luta, que também ganharam uma eleição, como muito bem explicou o Eduardo Pitta. Manifestamente quis passar a mão pelo pelo da alegada “geração à rasca” e saiu da manobra… um Presidente enrascado.

    Um desespero! E ainda faltam 1824 dias para o homem se ir embora.
    José Teles

  8. Bandeira

    Será verdade ? O homem pensa mesmo assim ?
    “Importa que os jovens deste tempo se empenhem em missões e causas essenciais ao futuro do país com a mesma coragem, o mesmo desprendimento e a mesma determinação com que os jovens de há 50 anos assumiram a sua participação na guerra do Ultramar”.

    Anibal Cavaco Silva, Presidente da Repúbica Portuguesa no dia 15 de Março de 2011

    *Sá de Miranda – epígrafe do blogue de José Pacheco Pereira

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