Trataremos, brevemente, de buracos maiores, mas, porque este ameaça tornar-se perigoso e pode, até, indicar água a mais na calçada, deixamos o alerta.
Situa-se na linha divisória entre as freguesias de S. Sebastião e S. Clemente, do lado desta última; em plena Rua de Portugal, requalificada há pouco tempo e a necessitar de cuidados. A depressão que a imagem documenta situa-se na lateral do Mini Estacionamento fronteiro à Capela de Sant’Ana, actual casa mortuária.
Estando tudo dito, ficamos a aguardar a pronta intervenção dos serviços camarários e do seu, único, calceteiro!




Uma terra onde gastam rios de dinheiro com coisas para esquecer pelo menos as calçadas por onde passamos e que já pagámos deveriam merecer uma melhor atenção. Mas o melhor é aguardar pela rápida resposta do calceteiro de serviço. Oxalá.
Professor Almeida e os buracos da campanha também vão lindos. Veja-se esta pérola : —))))«Todos os portugueses são africanistas de Massamá».
Fernando Nobre, candidato do PSD por Lisboa.
O Berto tem razão para lá do Snr. Almeida que recorda aqui e muito bem as anomalias de uma Câmara de vaidade apenas.
Vaidade é o que alguns politicos nacionais que se dizem sociais democratas
mostram nos jornais.
Se a “elite” do PSD considera: que Portugal é um “país de abjecta subsidio-dependência e de calaceiros profissionais” (Vasco Graça Moura); que os demais portugueses são estúpidos e ladrões (António Nogueira Leite), espertos e aldrabões (Diogo Leite de Campos) e dispostos a enfiar qualquer “barrete” (Alberto João Jardim) só se compreende que tal partido se disponha a governar o país, por verdadeiro espírito de missão: transformar toda a cambada num verdadeiro escol, à imagem e semelhança de tão “ilustre” gente.
Como essa missão vai levar uns tempos a cumprir-se, mister se torna que, ao menos e entretanto, se altere o hino nacional. Forçar o partido missionário a cantar “Heróis do mar, nobre povo, nação valente”, seria uma violência intolerável.
Isto digo eu, porque o povo pode entender, na sua sabedoria, dar ao caso outra solução. Como o povo, por enquanto, ainda é “quem mais ordena”, aceita-lá-ei de bom grado. Francisco Clamote no seu Blogue
Todas as cidades têm ruas com buracos ou não ? E se em vez de perder tempo com estas e outras buraquices fizesse alguma coisa pelos louletanos ?
É incrível que com excepção do Mercado as obras que têm levado a efeito são obras de gosto duvidoso. Olhe-se à Avenida, à Praça da República, ao Jardim de S. Francisco, Largo de Querença e dá vontade de puxar as orelhas a alguém . Mas quem sou eu no meio deste dinheirinho todo e de gente com estudos muito acima dos meus ? Um ignorante. Mas daqueles que não papam por parvos. Isso não. Rius