Nem 2 horas levaram!!


DSC01038Era de esperar! Com o prazo de conclusão à porta convém mostrar o que se está a fazer…

Vai daí, para evitar “alarde”, domingo bem cedinho, corta-se e pronto: Ninguém viu e a obra aparece!

Desta vez foram 3 Jacarandás… restam outros 3, até ao próximo ataque!

DSC01062

Depois, sim depois, ninguém dirá nada. Ou antes, perguntará isto: Quem quer uma árvore à frente da janela?

Duas coisas queremos declarar:

1- Cumpre-se a lógica de “mostrar a obra feita”!;

2- Adiamos, uma vez mais, o aplauso aos Espaços Verdes. Porque a actualidade nos obrigou!

Na verdade, toda a obra avançou, até a rampa de acesso se encontra executada, sem que as árvores incomodassem ou apresentassem doença.DSC01060

Apenas, e a verdade é essa: encobriam a obra fresca!

35 comentários

Filed under Blogosfera, Loulé, Opinião

35 responses to “Nem 2 horas levaram!!

  1. Isto pode ser visto de várias maneiras.
    Historicamente há documentos que provem que na fachada do edifício sempre existiu essas árvores? Pode estar em causa a questão da autenticidade da paisagem do sitio. Parece-me que eram mais recentes…
    Sou da opinião que se edifícios históricos encontram-se envoltos por árvores que impossibilitam a sua contemplação por parte das pessoas e que não veêm especificadas nos antigos planos de construção, logo algo deverá ser feito. Muito do nosso património histórico não tem a contemplação e a exaltação suficiente porque encontra-se “escondido”. Contudo, também sou da opinião que há que compensar cada árvore que se extingue.

  2. Sr. Dr. Emídio. Os meus parabéns mais uma vez. O senhor é um génio. Caro João Santos o seu raciocínio é obra. Abata-se de vez todas as árvores da cidade de Loulé. O Senhor Emído não gosta delas. Ponto final.
    Os melhores cumprimentos
    João Martins

  3. touká

    Nunca tinha lido um comentário tão a despropósito ainda por cima vindo de um “blogueiro” que está a tirar um curso para ser doutor na área da “história”.
    Seguindo o seu “pensamento” então teriamos que acabar com todos os homens porque antes deles as árvores já existiam.
    Não teria sido muito mais simples que o sr. “blogueiro” justificasse o mais recente criminoso acto de abate de árvores neste concelho com a necessidade de mostrar à “populaça” que vota nestes reaccionários que o futuro consultório do sr. Doutor de Medicina está quase acabadinho?

  4. João Paulo

    Mais um atentado contra a estrutura verde da cidade. Não pensaram os responsáveis pelo acto aviltante que aquelas árvores projectavam sombra e frescura na maior parte dos quartos para acamados que ficarão a partir de agora directamente expostos as inclemências do sol nas longas tardes de verão?
    Meu Deus quanta insensibilidade!
    Opinião extravagante a do sr. João Martins. Enfim!

    João Paulo

  5. Lagrima

    Muito boas tardes. Que eu saiba o Dia Mundial da Árvore só se comemora a 21 de Março não é? É que esta semana o blog “Almeidiano” está virado para o abate e para a tortura das árvores e eu até fiquei confusa quanto à efeméride. Isto é que são jacarandás para cá, Araucárias para lá, como se fossem nomes usados e reconhecidos pelo vulgo. Pergunto é se o Sr. Almeida gostaria de abrir a sua janela e lhe entrar uma pernada de árvore pela casa adentro? Na certa ainda ficaria magoado e virar-se-ia igualmente contra as tão “sagradas” árvores. Por outro lado, se o mesmo Sr. Almeida construisse algo, como por vezes até constroi, não se daria ao trabalho de mostrar a sua obra? Claro que o faria pois é humano e tipicamente os humanos são assim. Como se pode ver pelas excelentes fotografias tiradas a árvore estava mesmo junto ao edifício, logo dificultava sem dúvida a sua observação, bem como o seu posterior funcionamento. Sem já falar, e isto aplica-se também à desventurada Araucária, que podia tornar-se um perigo para o próprio edifício em caso de tempestades e outras adversidades climatéricas. Mas como diz o ditado “só se lembram de Santa Bárbara quando há trovões” e eu acrescento que só reconhecem o mal quando ele lhes bate à própria porta. Boa semana para todos.

  6. Caro João Paulo,
    Uma vez que demostrou só ter a capacidade extravagante para ler nas linhas, olhe que hei-de eu fazer, se uso as entrelinhas. Não sei se apercebeu que a minha opinião… é a mesma que a sua! Vá aqui e veja: http://macloule.blogspot.com/

    Olhe, cumprimentos para si!
    João Martins

  7. PAPOS`SECOS

    Muitas pessoas não sabem o que é plantar árvores, porque se alguma vez o fizerem começam a ter outra visão das mesmas. Andam preocupadas com tempestades, em Quarteira uma Sra tem uma árvore mesmo colada ás suas janelas, precisa da luz ligada durante todo o dia, questionado o presidente de junta disse a essa Sra que quando vier um tsunami ela logo sai. O Presidente de câmara podia esperar pelo mesmo tsunami. Não sei quais as que vão plantar penso ser uma troca só gostaria de saber quem é que fornece as árvores para a câmara (?) deve ser grande negócio com tantas trocas de árvores! Será que as árvores têm prazo de validade?

  8. Lagrima

    Sr. Papo Seco é evidente que as intempéries são algo preocupante e de certo o Sr. pode não achar porque nunca levou com nenhuma árvore pela casa adentro em resultado do mau tempo. Contudo, não devemos olhar unicamente para o nosso umbigo. Tem de aprender a ser altruista. Tenha uma boa semana carissimo.

  9. Caro João Martins,
    Agora fica a saber como são difíceis as decisões a nível do património histórico imóvel. Cada caso é um caso. Agora peço-lhe que tenha atenção ao que escrevi, porque sou da seguinte opinião: abateu? Então que se plante 5 ou mais para compensar. Mas não sou assim tão radical quanto o João Martins. Em todo o caso agradeço a generosidade das suas breves palavras.

    Caro Touká,
    Para ser mais especifico é na área do Património Cultural. Nada disso, não desejo o extermínio da raça humana, simplesmente há que saber balizar as coisas. Estamos a falar de património histórico imóvel e da forma como certos elementos, neste caso árvores influenciam a percepção das pessoas relativamente à autenticidade do edifício. Agora o senhor “utilizador” é que trás para cima da mesa uma maquinação maquiavélica tão bem concebida, que sou obrigado da felicita-lo pela sua imaginação.

  10. John -Campina de Cima

    Nunca me lembro em tempo nenhum, e já tenho mais de cinquenta anos, de ter ouvido dizer que alguma pernada das árvores hoje abatidas tivessem prejudicado algum doente do antigo Hospital da Misericórdia de Loulé. O que é certo é que aquelas árvores no Verão eram uma dávida da natureza para quem utilizou aqueles quartos durante tantos e tantos anos. É evidente que se transformando agora o edifício em clínica privada o ar condicionado vai estar presente e assim as árvorezinhas já não são necessárias. Depois, as consultas não devem ser à borla, de maneira que os transeuntes têm de ver da rua que ali existe uma clínica que em tempos foi prometida a Loulé pelo Dr. Seruca como um Hospital para os mais pobres.

  11. Arbusto

    Senhora Lágrima se tivessemos todos à espera que viesse um temporal para nos deitar as árvores pela casa dentro já não havia árvores nas cidades pois as pessoas viveriam em pânico permanente. Haja algum decoro nas parvoíces que se dizem.
    Se andam a ensinar às criancinhas que devemos salvar as árvores então não façam pelo menos cá por Loulé, mais figuras tristes. Ponto final e já estou cansado de tanta alarvidade que se comete por cá. Passem todos muito bem incluindo os derruba árvores.

  12. Olá João Santos,
    Desculpe que lhe diga, mas racíocina ainda na pré-história, utilizando um racíocinio por oposições. É assim ou assim. Pois o que seria interessante seria conciliar aquilo que percepciona como contrários. Ou património histórico, ou património natural. Pois permita-me o atrevimento, mas vou à frente do seu racíocinio. O interessante é conciliar o património histórico, com o património natural. As gerações anteriores fizeram-no e aparentemente, tudo indicava que estava a ser possível a conciliação desta vez, até à conclusão da obra. “Radical”? Qual de nós dois será o radical?

    Abraço
    João Martins

  13. Timoneiro

    Lembram-se das tijelas penduradas durante muito tempo na Avenida e que deve ter custado uma pipa de massa? Depois como não regavam ou porque era muito alto ou não sei do motivo, passaram a ornamentar as tais tijelas com flores dos chineses. Foram fotografadas por muito turista porque nunca ninguém jamais havia visto, como me disseram alguns, uma avenida decorada a flores de plástico. Só em Loulé meus Senhores. Só em Loulé. Lá tiraram as tijelas e agora parece-me que estão algumas no cemitério. Será? Mas se os homens tiveram muitos votos e muitos admiradores é porque o pessoal gosta desta carnavalada. E assim contentemo-nos com o que nos saíu na rifa, embora seja bom não nos calar-mos sempre que for preciso. Eu não votei naqueles senhores mas também não me comem por parvo.

  14. Várias foram as leituras, até ao momento, aqui expressas que justificam e condenam os abates cirúrgicos a que vamos estando habituados. Das mais tolerantes e desculpabilizadoras às mais proteccionistas e condenatórias, não se atreveram a prever o que virá a seguir.
    É sobre o depois que arriscamos um vaticínio de qual será a futura utilização daquele logradouro-varanda (aliás único existente no imóvel!). Uma pérgola discreta para não perturbar a leitura do Alçado e alegretes de florinhas da cor municipal abertos no lajedo, um chafariz ou lago romântico, deixarão espaço para um Solário de convalescença dos utentes. Assim uma coisa do tipo Estância de Charme anos 20!
    Já agora, em maré de previsões, não acredito que a Capela de Nª Srª dos Pobres volte a ter qualquer função pública (ou funerária).

  15. Olá João Martins,

    Desde já agradeço a sua atenção para comigo. Não ouse pensar que sou unicamente dotado de pensamentos lineares, como já disse; cada caso é um caso. Para este vamos definir património natural como vem consagrado na UNESCO. Património natural “designa algo com características físicas, biológicas e geológicas extraordinárias; habitats de espécies animais ou vegetais em risco e áreas de grande valor do ponto de vista científico e estético ou do ponto de vista da conservação.”
    O homem pré-histórico convida-o a aprofundar mais ainda esta questão. As obras realizadas no hospital já colocaram em causa grande parte da autenticidade do imóvel. No século em que o edifício foi construído e dado a sua localização não me parece que tenham dado muita atenção aos elementos vegetalistas, logo inexistentes. Retira-las é devolver uma arte da autenticidade ao mesmo. As árvores a médio ou longo prazo poderiam causa algum tipo de instabilidade no edifício. Estas e outras são questões que temos que equacionar tendo em vista a salvaguarda do imóvel. Pense nestas ideias… Tem aí muito material por onde pegar.

    abraço,
    João Santos

  16. “Radical”? Qual de nós dois será o radical? O João Martins é que disse: “Abata-se de vez todas as árvores da cidade de Loulé.” Mas vai ver que no fundo até somos semelhantes no pensamento, ninguém gosta de abater árvores amigo. Mas tem que entender a vertente do património histórico.

  17. João Paulo

    João Martins desculpe-me!Tresli João Santos e associei-o a si. Estranhei aquela argumentação “alta” para justificar um acto muito baixo. Não podia vir de si!
    Em Loulé a resistência política e cultural fará algum sentido?
    A burrice e o provincianismo acabaram de esmagar.
    J.P.

  18. Olá novamente João,

    Como sabe melhor do que eu, este caso “singular” tem que ser enquadrado com o que aconteceu na Avenida Sá Carneiro em Quarteira, na Rua Da Ancha em Loulé, No jardim Charles Bonnet em Loulé, na Avenida José da Costa Mealha em Loulé, na frente do Mercado em Loulé, nos pinheiros do Vale do Garrão em Loulé, e provavelmente no que pode acontecer no Parque Municipal em Loulé. Tá a ver João? É uma questão já de confiança e de credibilidade ou da falta dela não é? É assim qualquer coisa como uma grande falta de respeito com os municípes. Mas não é nada de novo, deixe lá.

    Cumprimentos
    João Martins

  19. Olá João Paulo,

    Não faz mal. Percebi que poderia haver equivoco.

    A resistência, João, faz sempre falta sempre que o sentido de justiça o justifique. Prefiro chamar-lhe cidadania.

    Abraços
    João Martins

  20. Olá João Paulo,

    Obrigado pela eloquência das suas palavras, nós “Quarteirenses” já estamos habituados a palavras simpáticas do género.

    Estou a ver que até nos espaços bloguisticos de Loulé tem que ser tudo Amén e se te desvias do caminho da homilia és logo excomungado.

  21. Olá João Martins,

    Como vê não conseguimos chegar a conclusões concretas, mas o debate é sempre necessário para uma sociedade melhor. Nisto reconheço a sua visão mais ambientalista e tocada por actos do passado mas que encontram de certo alguma justificação. Acredito vivamente que entende também a questão do património histórico de todos nós e da importância da sua salvaguarda/autenticidade. Nada disto é novo tem razão e de futuro teremos mais oportunidades para estas discusões não se apoquente.

    Cumprimentos,
    João Santos

  22. Lagrima

    Sr. Arbusto não é necessário viver em panico permanente, contudo, é verdade que as árvores podem ser prejudiciais em caso de tempestade. Quanto ao facto de considerar parvoíce o que os outros opinam talvez fosse melhor olhar-se ao espelho. Sejamos francos! Tenho dito.

  23. isabel

    Pior do que estas árvores foram as da Rua Ancha. Era talvez a mais bonita rua de Loulé, com a velha escola Primária e o Edifício Solar onde funcionou em tempos a Sede da Banda Filarmonica. Hoje é apenas um deserto onde existem janelas espelhadas, portas entaipadas e gradeamentos retirados. Uma coisa que envergonha qualquer louletano amante da sua terra. Só os fanáticos acharam muita piada. Gostaria de saber da vossa sempre interessante opinião sobre este caso. Obrigada a todos. Isabel

  24. Joka

    Snr. João Santos penso que não tem razão quando diz que os edifícios públicos não deveriam estar encobertos por árvores. Ali o portal manuelino da Igreja não se encontra ou encontrava coberto por qualquer árvore. O resto do edifício não é mais o mesmo que foi há séculos atrás. Como pode ver as janelas até são modernaças. Portanto nada de monumental estava a ser encoberto pelas árvores.

  25. palma

    “A ÁRVORE QUANDO ESTÁ SENDO CORTADA, OBSERVA COM TRISTEZA QUE O CABO DO MACHADO É DE MADEIRA “

    ( Provérbio Árabe )

  26. Arbusto

    Senhora lágrima em caso de tempestade até um vaso com salsa que você tenha na varanda pode ser perigoso não? Não deitemos mais lágrimas de crocodilo tá? Por mim faço o que tenho a fazer, pelo menos protestar.

  27. Lito

    Já agora gostaria de saber o que pensa o meu candidato Joaquim Mealha ou outro dirigente do BE. A conversa deu fruto. Lito

  28. Lagrima

    Bom dia Sr. Arbusto e boa semana. Saiba que “Arbor bona fructus bonos facit”, isto é, “a boa árvore dá bons frutos”. Os arbustos não dão frutos não é? Corrija-me se estou enganada. Eu não sou em prol do abate de árvores como é óbvio, no entanto, como não sou fundamentalista, adapto a minha opinião ao contexto. Nasci e fui criada no campo, embora hoje habite na cidade, e, portanto, conheço bem a natureza, as suas potencialidades, e os seus “males”. Limitei-me a opinar sobre este caso em concreto e mantenho a minha lógica de que a árvore demasiadamente junto ao edifício pode ser um perigo, evidentemente em situações específicas. Espero que agora tenha percebido. Todos nós temos direito ao nosso ponto de vista e este raramente é igual pois “Lucrum unibus est alterius damnum” (“a desgraça de uns é o bem de outros”). Fique bem e lux in mente et pax in animo! (Luz na mente e paz na Alma!)

  29. PAPOS`SECOS

    Lágrima fique a saber que eu sou do campo e a minha casa está rodeada de árvores. A única que me entrou dentro de casa foi para a lareira. E já plantei uns milhares de árvores. Não fale por falar diga-me qual foi a casa que entrou essa folha que diz ser uma pernada. Deves ser uma pessoa com muita cultura mas de árvores come e bebe. E vou dizer em primeira mão as árvores que foram plantadas na Av Parque das cidades, já secaram algumas e vão secar muitas mais porque os terrenos são caliços e as plantas que lá foram plantadas não são compativeis com o solo.

  30. Pinto

    lÁGRIMA a Sra talvez nunca tenha comido amoras silvestres, pitangas, uvas e tantos outros frutos. Estes frutos são de arbustos ou árvores. Temos Uma boca e Dois ouvidos mas jamais nos comportamos proporcionalmente. Tem toda a razão Sr Arbusto!

  31. Lagrima

    Sr. Papo Seco já reparei que gosta muito de comentar os meus comentários, passo a redundância, contudo, acaba por fazê-lo de uma forma muito pouco elucidativa. Não vou discutir aqui a qualidade dos terrenos ou a tipologia de árvore indicada para cada solo. Em primeiro lugar, não sou engenheira agrónoma, e em segundo lugar acho que em nada tem a ver com a questão do abate das árvores que aqui se discute. Não era necessário dizer-me que nunca teve nenhum incidente com as árvores porque eu já o sabia. No entanto, se tivesse tido já não ironizava essa situação. Mas mais uma vez só está a pensar no seu umbigo. Como já lhe aconselhei seja mais altruísta e coloque-se na pele dos outros. Vai ver que se sente muito melhor. Tenha uma Boa Semana!

    Sr. Pinto as uvas vêm de um arbusto? Bem, se o Sr. tem a certeza agradeço a lição, embora duvide dela. Contudo, deixe-me também frisar que esse não é o cerne do meu questionamento à opinião do Sr. Arbusto, logo não vou perder o meu precioso tempo a debater assuntos sem importância. Boa Semana para si!

  32. De tudo o que aqui se escreveu destaco o seguinte:

    1. As árvores há já muito tempo estavam na fachada do edifício e, aparentemente, nunca foram um estorvo quando este era público;

    2. Ainda lá estão três árvores e seria de questionar quais são as decisões que pendem como guilhotinas sobre o seu futuro.

    Faço ainda nota dos comentários assustados dos pobres cidadãos, que vêm esses monstros papões vegetais entrar-lhes pelas janelas, com o único propósito de lhes “chincar” um olho. Claro que isso justifica o abate de uma árvore adulta, esse erro da criação que só existe para atormentar a vida das pessoas de bem.

    Diria eu que a poda limitada dos ramos em questão bastaria, mas para alguns só a morte destas pragas resolve o problema.

    Enfim, parece que ainda temos muito trabalho no sentido de aproximar as pessoas das árvores, de forma a que todos beneficiem.

    Sim, porque isto é possível, sempre e quando não ponhamos o nosso comodismo acima de todos os valores.

  33. Vivinho da Silva

    Então não comentam as novas árvores que foram colocadas no lugar das anteriores?

  34. bruxinha voadora

    EU comentei e coloquei 3 perguntas as quais ainda não obtive resposta: 1- A câmara comunicou que pretendia abater as árvores? 2- A oposição tomou alguma atitude? 3- O motivo encontrado para o abate foi qual? Simples perguntas, difíceis respostas! Já foi, agora não muda nada, mas vai haver mais ouvi comentar que o parque municipal vai ter lago, mais água será verdade?

  35. nunux

    Noto que existe um conhecimento profundo do nosso património natural…. ou seja, tão profundo que é nenhum. Não sei como é possivel este género de mentalidade, uma fobia terrível a tudo o que é verde. Certamente preferem ter vista para o vizinho da frente do que uns ramos verdes. E coitadinhas das crianças alérgicas às árvores, o melhor e escondê-las dentro do quarto para serem ainda mais fragilizadas a nível imunitário.

    Fantástico é ainda o cultivo de carvalhos alvarinhos no Algarve, como ocorre em Loulé. Quem o faz, percebe muito do assunto, aliás, com sorte conseguirá transformar a serra algarvia num pinhal de tundra…

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