A esperança foi a Concurso!


Palavra Ibérica

Momento da Entrga da Obra! Foto:ssebastiao

O Quim do Sapateiro, quase sem visão, com muita poesia no corpo e alma doloridos, aposta submeter-se à decisão dos entendidos nas “coisas das letras” alimentando a esperança de, com o prémio, recuperar a vista e poder ler aquilo que escreve!

Esta acção de solidariedade do “sebastião” não termina com a entrega do Original para o Concurso Literário Luso-Espanhol em Vila Real de S. António… Está em estudo a produção de um registo áudio de poemas do autor.

A compra de obras do Quim pode ser feita no “sebastião” bastando encomendar por mail… (Ver página “Quim do Sapateiro”!)

5 comentários

Filed under Algarve, Blogosfera, gente, Poesia, ssebastiao

5 responses to “A esperança foi a Concurso!

  1. Luís Furtado

    Caro Almeida; pra semana vou estar por aí e podes contar comigo. Depois falamos. Boa sorte para o Quim e que recupere quanto antes a visão. Abraço. L.F.

  2. Milla

    Caro Professor Almeida ::: interessante que alguém de um blog que não é do Algarve descobriu um outro poeta de Loulé que tem problemas de saúde tal como o Quim Sapateiro. o Blog ALFOBRE de Cesar Ramos http://alfobre.blogspot.com/. Vale a pena visitar o referido blogue que fala então do nosso JOSÉ. Saúde para todos.

  3. Milla

    Reflexões e outras divagações é um dos blogs do José http://reflexoeseoutrasdivagacoes.blogspot.com/
    Peço desculpa por roubar um pouco do vosso tempo mas achei por bem aqui deixar neste blog que se interessa por todos os louletanos e que se chama SEBASTIÃO: Obrigada.

  4. omega

    A poesia está na rua e nos blogues. Que sejam sempre benvindos todos os poetas populares louletanos. E agora mudando de assunto mas para a actualidade politica, aqui fica mais um facto da politica à portuguesa.

    “Quando o anterior governo introduziu as taxas moderadoras para internamento e para acto cirúrgico realizado em ambulatório, o PCP era contra. Antecipando que o actual governo persistiria com as taxas, voltou a pronunciar-se contra as mesmas. Afinal, o Governo procedeu a uma reavaliação da experiência de aplicação destas taxas e optou por eliminá-las. Em princípio, isso seria do agrado do PCP, que passou os últimos anos a combater esta medida. Qual quê! Queixou-se que o Governo lhe tinha puxado o tapete (se é bom ou mau para os cidadãos isso é secundário), por agora estar a aprovar medidas com as quais concordam. Isto já seria suficientemente bizarro mas o PCP achou por bem elevar a parada. Num surpreendente volte-face, agora são os comunistas que estão a favor das taxas moderadoras e exigem que sejam reintroduzidas para os casos que resultem directamente de “um acto de vontade do utente”, como “as consultas e urgências”. Bravo, desta nem o Prof. Marcelo se lembraria.”
    (Posted by Miguel Abrantes in ” Câmara Corporativa” –

  5. historiador

    Como o José e o Quim Sapateiro fariam belas poesias de como se encontra a nossa Justiça.
    Mais uma vez o Jumento dá uma contribuição para entendermos melhor os calaboiços justiçeiros.

    “A nossa justiça deve ser um caso para estudo em todas as universidades do mundo. Os governos de todos os países deviam ter os olhos postos em nós e se seguissem o nosso exemplo teríamos uma verdadeira justiça universal.
    Bem hajam os nossos juizes, procuradores, desembargadores e outros altos dignatários da justiça pelo magnífico exemplo de cidadania que nos dão. Acho que merecem o dinheiro que ganham e as mordomias de que usufruiem. Não sou daqueles que choram o dinheiro dos impostos aplicados na justiça. Para mim é um dinheiro bem gasto porque os resultados que temos são magníficos. Só não concordo é com o dinheiro que se gasta nos palácios da justiça. Como já se viu é muito mais eficaz aplicar a justiça na praça pública do que dentro das salas de audiência. Também podíamos reduzir a despesa com alguns procuradores e juizes substituindo-os pelo Sol, Expresso, Correio da Manhã,TVI, Diabo e Jornal do Crime. As sentenças seriam lidas pelo Mário Crespo. Manuela Ferreira Leite ateava as fogueiras no Rossio enquanto Pacheco Pereira atava os réus ao poste e o povo exultava de contentamento.
    Isto sim é que é Justiça!”

    J. Maurício

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