“Na terra acho, na terra deixo!”


http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=25820&e_id=&c_id=8&dif=tv&hora=20:52&dia=16-11-2009

Aleixo - Pintura de Luís Furtado. Foto:(fraquinha)ssebastiao.

Aquilo que sentimos, aquilo que de Aleixo sabemos, deve ser o pretexto para uma conversa de amigos centrada no excelente documentário que acabámos de ver, no qual falou quem conheceu o poeta e conheceu a Loulé do seu tempo.

Será, humildemente um modo mais, de lhe prestar homenagem, agora que se completam 60 anos sobre a sua partida. Vamos a isso!

Para quem não viu a emissão da RTP2 aconselhamos a consulta do link que, por agora, apenas disponibiliza a sinopsis do excelente trabalho da televisão pública sobre o maior dos poetas populares portugueses: António Fernandes Aleixo.

3 comentários

Filed under Blogosfera, gente, História, Loulé, Património, Poesia, ssebastiao

3 responses to ““Na terra acho, na terra deixo!”

  1. Palma

    Foi com muito prazer que assisti ao documentário da RTP 2 cujo texto é de autoria do nosso amigo Rui Sena a quem envio desde já os parabéns, dizendo-lhe com muito desgosto que deixei por culpa minha, passar o tempo de entrega de uma canção que assentaria bem no dito documentário. De qualquer modo, um trabalho feito no Algarve que não desprestigia quem o fez, face a outros já existentes e que certamente alguns se lembrarão da sua passagem há uns anos na RTP. Certo é que é, cada vez mais tarde para fazer este tipo de trabalhos pois os contemporâneos e conhecedores da vida e obra de Aleixo são já muito poucos. Mas ainda se conseguiram bons depoimentos ao contrário do que imaginava a princípio. Palma

  2. Assim é Palma!
    A concluir o documentário, a “Serenata a Aleixo”, que o teu pai organizou, demontra bem a amizade e o respeito que por ele tinham aqueles o conheciam melhor. Na blogosfera louletana a “Louletania” demonstrou o seu inegável conhecimento factual sobre a vida do poeta e usou-o com arrepiante oportunidade.
    Muitos Parabéns!

  3. Vítor Aleixo

    Parabéns ao Fraga e ao Sena. Fizeram um trabalho irrepreensível. Deram-se ao trabalho e brindaram-nos com belos depoimentos de familiares, amigos e académicos que ajudaram muito na caracterização da figura do homem e poeta que foi António Aleixo.
    Retive aquela da Teresa Rita Lopes de que a maior homenagem que se pode prestar a um poeta é dizer os seus poemas de cor. Impressionou-me o relato feito pelo Prof. Romero Magalhães do convite ao poeta para almoçar em casa de seus pais. Desconhecia este facto que, aliás, atesta tão bem a nobreza de carácter do Dr. Joaquim Magalhães.
    Foi realmente uma pena o filme não ter incluído a Balada Para o Aleixo do António Clareza. Ficava ali tão bem!
    Pela qualidade e seriedade demonstradas no trabalho este filme / documentário fica a fazer parte do nosso património cultural. A Fundação e a CML certamente se encarregarão de que tal aconteça.

    Vítor Aleixo

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