Tratado de Lisboa: leia-o aqui!


Socrates fala do Tratado de Lisboa

Poderá ser uma boa notícia, poderá ser que Lisboa e Portugal fiquem ligados a uma época de prosperidade europeia. Poderá, pois queiramos que possa!

Será bom que conheçamos aquilo que o Tratado de Lisboa estipula, lendo-o!

17 comentários

Filed under Europa, ssebastiao

17 responses to “Tratado de Lisboa: leia-o aqui!

  1. Jorge

    “Se fosse só meu, só de Portugal, este Tratado talvez fosse mais ambicioso.”

    José Sócrates, a propósito da entrada em vigor do Tratado de Lisboa.

    Grande estadista que nós temos por cá!!!

  2. Lagrima

    Carpe Diem. Tal como o Sr. Almeida referiu o Tratado de Lisboa “poderá ser” algo bom para o nosso país ou, por outro lado, e isto acrescento eu, “poderá ser” um aspecto negativo. Teremos de esperar, contudo, duvido que “Lisboa e Portugal fiquem ligados a uma época de prosperidade europeia” pois a Europa de prosperidade não vai dando grandes sinais, muito pelo contrário. Considero que os dois pontos em que o Tratado é mais feliz são os seguintes:
    1. Reconhecimento da iniciativa popular, sendo que 1 milhão de cidadãos podem pedir à Comissão uma medida legislativa;
    2. Possibilidade dada aos Estados de abandonar a União.
    Este último ponto é bastante importante pois permite a qualquer nação medir os prós e os contras de pertencer à União Europeia, fazer parte da mesma, e em caso de saldo negativo abandonar uma “instituição” que em nada lhe seja vantajosa.
    Quanto aos restantes elementos de relevância que constituem o Tratado não posso opinar pois o mesmo é bastante extenso requerendo a sua leitura e avaliação um tempo de que não disponho neste momento. Talvez futuramente, tanto mais, que quando algo teórico é posto em prática é mais fácil perceber o seu funcionamento. Porém, deixe-me referir que Sócrates não é nenhum “Viriato” e o Tratado para o bem e o para o mal não é uma criação apenas sua, assim como a sua aprovação não é para ele uma segunda vitória eleitoral. Para todos um bom dia.

  3. Pedro VI

    Na verdade só lendo se poderá avaliar o tal Tratado. Que sirva à maioria embora estas coisas sejam sempre muito vulneráveis.

  4. Peter

    O que pode uma pessoa como eu deduzir depois de ler tudo isto. Lido parece-me que será do interesse de todos os países ou pelo menos da maioria. Será? Espero que sim.

  5. Zeca

    Tenho de acreditar que toda aquela gente não estudaram aquilo com a maldade de nos lixar. A minha opinião como se calhar da maioria é muito limitada dadas as matérias ali contidas. Pelo menos o que desejo é que seja um bom tratado apesar das más línguas nacionais, de sempre. Será que elas também o leram ?

  6. Alda

    Pouco posso opinar. Li algumas coisas e a mim pareceram-me boas. Será que são? E porque não haverão de ser? Alda

  7. Duartyn

    À esquerda os comentários roçaram o ridículo, com o BE a não saber o que dizer sobre se devemos estar ou não na EU e o PCP armado em certificador da democracia e da soberania nacional, depois de ter andado quarenta anos a defender um Comecon ridículo, a apoiar a utilização dos tanques russos para esmagar a vontade dos povo da Hungria e da Checoslováquia e a defender que meia Europa andasse sob a batuta do PCUS. Até há quem diga que por cá se encolheram no 25 de Novembro porque a URSS decidiu não meter-se num país da NATO. Depois vem o PCP com a treta da democracia e da soberania…

  8. Dama

    O Tratado de Lisboa é como tudo na vida terá coisas boas e coisas menos boas. Para os que acham que só tratará coisas menos boas aqui vai uma saudação de “m”. Com licença de V. Exªs. Boa tarde.

  9. Dama

    Para a Direita e uma certa esquerda tratam o Tratado abaixo de cão porque não foram eles os autores. Aliás há pouco ao ler no Jumento achei graça a esta parte do texto: «Sem projecto para o país os partidos da direita vivem quase em exclusivo das violações do segredo de justiça promovidas por anónimos, dir-se-ia que o actual programa político do PSD é feito com recortes de papel encontrado no caixote do lixo da Procuradoria-Geral da República. Depois aparece um tal Bacelar a apresentar uma candidatura à liderança da distrital, fazendo-se acompanhar pelo António Preto e pela Helena Costa ao mesmo tempo que acusa o adversário de usar “militantes fantasmas” e “sindicatos do voto”».

  10. James

    O Tratado de Lisboa é bom e marca uma evolução cheia de consequências para o futuro dos países e dos povos e da Europa. Bom economicamente sobretudo. É natural que pudesse ser outro. Mas para já parece um bom tratado e há muitas opiniões a favor.

  11. John Silveirinha

    O Snr. Presidente de S. Sebastião acumula agora mais um cargo. É o dos jovens. Certamente entrou agora na sua fase da 2ª puberdade.
    “O PS lamenta também a total partidarização da suposta representação da Assembleia Municipal de Loulé na Comissão de Protecção de Jovens e Crianças. Ao impor que a representação da Assembleia Municipal fosse escolhida por maioria e não por método de Hondt, na prática o PSD impôs as suas escolhas à Assembleia Municipal, aquilo que devia ser uma representação alargada com base técnica transformou-se numa representação partidarizada em que o PSD impôs a sua vontade violando os mais básicos princípios democráticos. A título de exemplo veja-se que um dos representantes acumula já a Presidência da Junta de Freguesia de São Sebastião com a função de Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara e agora também com a representação na Comissão de Protecção de Jovens e Crianças.” E venham mais cinco que ele os trinca todos.

  12. Telmus

    O nosso o 1º ministro sublinhou e parece-me que bem “Portugal é um país europeu capaz de construir e manter pontes com África e a América Latina, Portugal é uma nação do Atlântico Norte especialmente sensível aos desafios e oportunidades do Atlântico Sul. E isto coloca-nos numa posição única para compreendermos bem que o mundo só tem a ganhar com o diálogo e a cooperação entre regiões, comunidades e civilizações”, sustentou.

  13. Milena

    Não entendo muito de Tratados mas com os cabeças que visitaram Lisboa não me parece que tenham vindo bombardear Portugal como o fazem alguns politicos rasteiros oposicionistas e que não têm uma ideia para o País onde nasceram. Isso é que é triste. Milena

  14. João Chagas Aleixo

    Principios da década de quarenta. Loulé. Em frente ao Café Calcinha. Aleixo encontrava-se na companhia de um amigo, quando os seus olhos veêm passar um sugestivo cenário.

    Loulé vivia na altura uma grave seca. Nesse sentido, saiu uma procissão de fiéis da Igreja Matriz rumo à Ermida da Mãe Soberna, de forma a pedir água à padroeira dos Louletanos. Eram as famosas preces «ad pretendam pluviam». Quando desciam a Praça da República, em frente ao Café Calcinha, Aleixo comentou com o seu companheiro de conversa:

    «Pelas vila, em alta prece,
    A pedir água em voz alta!…
    Como se Deus não soubesse
    Quando a chuva nos faz falta!»

  15. Ai João, que pena que sinto por não haveres colocado este teu comentário uns dias antes!
    Mas, em verdade, todos os dias são dias de Aleixo! Quem sabe se o Tratado Europeu não responderá quais as medidas que a União deverá tomar, sendo solidária, em caso de carência desse bem essencial à vida que é a água? Entretanto sabemos que a União se rege pela liberdade de credos e que os Estados que a constituem são “tendencialmente” laicos. Continuando a Leitura deste texto com muitas alterações e novas redacções: uma leitura cruzada!; talvez possamos chegar a entendê-lo, mas não deixaremos de pensar, como em tantos outros casos, que ele será o “uso que dele fôr feito!
    És sempre muito bem aparecido por cá, são disso prova, os textos riquíssimos que nos ofereces.
    Obrigado!

  16. INRI

    Lucrum unibus est alterius damnum. Deterior parvum sanctificare solet. Não deve haver melhor comentário.!!!!!!!!

  17. Lagrima

    Carpe Diem. INRI para si exclusivamente sabendo de antemão que será a única resposta que lhe darei em troca de todos (quase uma dezena) os comentários que me fez: “Prudens in loquendo est tardus” ( = Bom saber é o calar, até ser tempo de falar). Para alguns esse tempo nunca chega… quem sabe o/a INRI não é uma dessas pessoas. Bom dia para todos.

    Post Scriptum: Sr. Almeida obrigado por dar a todos a liberdade de se expressarem seja qual for a língua utilizada. A liberdade de expressão é isso mesmo. Aqueles que não estão habituados a coisas diferentes melindram-se, no entanto, estamos no século XXI e apenas os tacanhos de espírito não aceitam a diversidade. Bem haja.

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