“Prenda” para o Aleixo!


Estátua de António Aleixo... Foto: ssebastiao.

O Natal é tempo de ofertas, António Aleixo já recebeu a sua. Útil sem dúvida (o par de “canadianas”) a quem levou uma vida de trabalho sem sustento, dia-a-dia de barriga cheia de refeições vazias que não recobravam energias.

Será que foi um apelo ao Poeta para que “se levante e verseje”?

7 comentários

Filed under Blogosfera, gente, Loulé, Poesia

7 responses to ““Prenda” para o Aleixo!

  1. Palma

    Interessante este post. Muitas podem ser as observações para esta fotografia.
    Um boa noite outonal. Palma

  2. nina

    O grande Aleixo. Levanta-te e caminha versejando. E quanto há por versejar.

  3. poeta nu

    Quem nada tem, nada come;
    E ao pé de quem tem de comer,
    Se alguém disser que tem fome,
    Comete um crime, sem querer.

  4. Marco

    Uma dessas muletas dava para acertar na cabeça de alguns cabeçudos portugueses.
    O conhecido comentador da RTP atingiu finalmente a internacionalização dos seus disparates, obrigando a embaixada em Madrid a desmentir a sua afirmação quanto às ligações de TGV entre Paris e Madrid. Mas para Marcelo pouco importa a verdade, o que importa são os disparates que pode dizer na RTP sem que tenha alguém que o conteste.

  5. Palma

    Almeida: Lá pela Louletania houve alguém que reparou numa das fotos de hoje, na Araucária do Conv. Esp..Santo e refer e a discussão originada no teu e no Mac.Blog do João Martins sobre a dita. Sinal que o pessoal não esquece. São duas imagens da Rua do nosso amigo Luís Furtado e do quadro exposto há pouco cá em Loulé. Abraço – Palma

  6. O Alexo descansou,
    Não torna mais a aparecer;
    Nos versos que cá deixou,
    Há muito para aprender.

    Levanta-te, meu amigo,
    Desse teu sono profundo.
    Se viesses a este mundo,
    Virias estar comigo.

    Trago-te no meu sentido,
    Por toda a parte que vou.
    Para ti, tudo acabou,
    Findou a tua alegria.
    Nesta província algarvia,
    O Alexo descansou.

    Ainda me lembro bem
    O nosso tempo passado,
    Quanto cantávamos o fado,
    À da Glorinha Amén.
    Lá estava o meu pai também,
    Muita gente lá foi ver.
    Foi até ao sol nascer
    Que andámos na brincadeira.
    O Alexo, aqui em Quartera,
    Não torna mai a aparecer.

    Manuel de Brito Pardal “Poeta Pardal” mas eu gosto de chamar O Poeta de Quarteira.

    Cumprimentos,
    João Carlos Santos

    • Ricardo Pardal

      É com muito orgulho que vejo estes poemas. Obrigado por reconheceres um poeta que era um simbolo desta cidade. Um Poeta que não fazia só isso de profissão, trabalhava arduamente no mar. Só para mostrar ao mundo o que gostava de fazer. Obrigado

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s