Série de assaltos horrorosos na Freguesia de S. Sebastião!!


No início do Ano de 2010, convém fazer a Agenda dos assuntos a resolver. Este que a Cristina Gasser aqui nos trás é o mais importantes de todos. Será objecto de acompanhamento pelo “sebastião”.

Entretanto, aqui fica na íntegra a carta desta amiga residente estrangeira em S. Sebastião, a quem agradecemos:

“Série de assaltos horrorosos na Freguesia de S. Sebastião!!

Nos últimos meses ocorreram varios assaltos a moradias tanto habitadas como desabitadas na região da Freguesia de S. Sebastião. Foram assaltos muito violentos em que os donos de casa, se estavam presentes foram masacrados e torturados para dizerem onde se encontravam os cofres e para comunicarem os códigos dos cartões de crédito, etc. Um casal alemão com morada em Poço Geraldo foi assaltados duas vezes, na última vez (Dezembro) com tanta violencîa que ficaram feridos gravemente. Eles abandonaram Portugal assim que estiveram em condições de viajar e vão vender a casa para já não voltarem mais a este pais.

Outro casal suiço foi assaltado violentamente também duas vezes na zona de Alfeição. A última vez faz duas semanas. A casa de um casal holandês foi asalatada no dia 29.12. 2009. Eles tiveram sorte de sairem para jantar fora, e de não ser apanhados pelos delinquentes.

No dia 20 de Novembro (quando ainda não tinham ocorrido os últimos assaltos desastrosos) eu fui falar com o presidente da Freguesia para pedir maior vigilância nesta zona, que nessa altura já tinha sido atingida por vários assaltos. Fiquei um tanto assombrada, pois aparentemente o presidente não estava informado desta situação e não sabia nada de assaltos na sua Freguesia.

Fui também à GNR em Loulé para entregar um mapa para eles poderem encontrar nossa moradia com maior facilidade em caso de emergência. A reacção do pessoal da GNR deixou-me muito preocupada pois eles não sabiam que fazer com este documento.

O motivo por qual pensei em depositar o mapa na GNR foi o seguinte: Há dois anos, quando foi assaltada a casa de um vizinho que estava ausente, eu telefonei à GNR para eles vir à casa, como não encontravam a moradia tive de ir buscá-los num café perto e levá-los.

Esta falta de orientação da Polícia é inaceitável! O pior é que não existe a intenção de melhorar a situação. As pessoas que moram nesta freguesia tanto portugueses com estrangeiros, não só são contribuintes (de impostos), têm também o direito a ser consideradas pelas autoridades. Precisam do apoio das entidades governamentais e da protecção da Polícia. Os residentes estrangeiros que sofrem com esta situação de alta criminalidade não vão ficar em Portugal, pois encontram-se em perigo, e como muitas vezes ja têm certa idade, encontram-se em perigo de morte, pode dizer-se!

Eu ainda não perdi a esperança de que as autoridades tomem medidas para garantir mais segurança aos habitantes desta Freguesia. Escrevo este comentário com a finalidade de pedir ajuda! Que podemos fazer para chamar a atenção às autoridades? Que podemos fazer para ser tomados em sério ?

Sinceramente

Cristina Gasser – Alfeição”

10 comentários

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10 responses to “Série de assaltos horrorosos na Freguesia de S. Sebastião!!

  1. Replica

    1º temos que agradecer ao Sr. Socrateiro , 1º Ministro de Portugal a maneira como protege quem

    nos visita ou quem veio para viver na nossa terra , 2º contratar a ETA para limpar esses malfeitores

    e pôr mais respeito neste país

  2. Replica

    Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também
    lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.

    De acordo com o “Manual do Deputado”, os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.
    Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em
    vigor – em Outubro de 2005 – terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base – pelo actual valor, quase 1850 euros – logo que completar 55 anos.

    O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão
    vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base – dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é cumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda “do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública”, diz o documento.

    Sócrates recebe pensão vitalícia

    José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro
    da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.

    Quem tem e vai ter a subvenção

    Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.

    Salário cresceu 77 euros num ano

    Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.

    Presidir à AR dá direito a casa

    O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República – 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.

    Dez têm carro com motorista

    Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR – na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) – e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista.

    Benesses para a Mesa da AR

    Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros.

    Abono superior ao salário mínimo

    Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento – 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional. Uso gratuito de correio, telefone e electricidade. Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.

    Ajudas de custo para os de fora

    Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.

    Pára-quedistas ficam a ganhar

    Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.

    Viagens pagas todas as semanas

    Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.

    Viver na capital também dá abono

    Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.

    Ir às ilhas com bilhetes pagos

    A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autónomas recebem o valor de uma viagem aérea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros.
    Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.

    Deslocações em trabalho à parte

    Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.

    Almoço a menos de cinco euros

    Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.

    Imunidade face à lei da Justiça

    Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.

    Justificações para substituição

    Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.

    Suspensão pode ir até dez meses

    Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.

    JORNAL DE NOTÍCIAS | 11.02.2008

    Palavras para quê

  3. Beto

    Moral de um discurso: os que à direita falam em explosões sociais mal conseguem conter o seu desejo que aconteçam, deixando-se apanhar a acender o rastilho. Ver o Presidente da República alinhado com esses irresponsáveis, só confirma que os mínimos para estar à altura da função há muito explodiram em Belém.

  4. INRI

    Assaltos, já foram comentados neste blog assaltos violentos aqui na zona da Goncinha e lá perto há 3 ou 4 meses, a PORTUGUESES IDOSOS, mas foi um estrangeiro de novo para se falar sobre o assunto. O Sr Presidente deslocou-se à casa do Suiço, muito bem, e a dos louletanos não merecem visitas? Os assaltos aumentam de uma forma de abismar os prisioneiros diminuiem nas cadeias! Estranho!!! Quando somos assaltados com violência, em casa, na farmácia, na estrada carjacking e BT-GNR, na rua, etc, etc, que fazer com um Presidente que pensa mais nas próximas eleições, tacho, não fez nada, um governo corupto, poder local só dispõe de tempo dinheiro e pessoas para festas e futebóis… uma justiça que não funciona vejamos CASA PIA – FREEPORT – FACE OCULTA – APITO DOURADO, e tantos outros. O crime compensa porque há imunidade para os assaltantes. E quando não são apanhados em flagrante não se pode fazer justiça. Já viram algum político ser preso ou assaltado? Uma casa perto do campo de futebol de Loulé foi assaltada, a GNR para lá ir penso que foram feitos mais de 6 telefonemas, os Militares da Guarda não conhecem a cidade, e as freguesias e o concelho? Mas sabem onde ficam todos os sinais para poderem enviar um postal de 60€ ou 120€, isso sim são especialistas. Estão sempre escondidos por detrás de qualquer placa de 50km. Bom Ano de 2010 para todos!

  5. revoltado

    E o que dizer de quem nos rouba diarimente, seja com o IVA dos mais altos, com os combustíveis, com os IMI’s, taxas moderadoras, o que dizer dos chorudos ordenados das elites sejam elas bancárias ou de empresas estatais que se transformaram num antro de acolhimento de EX POLÍTICOS (da esquerda à direita), daquela banda de xupistas que assentou arraiais no Parlamento????

    Se o roubo violento é verdadeiramente assustador não deixa de ser preocupante as outras variantes do aproprio dos bens alheios, lamentavelmente nem uns nem outros receiam a justiça pois se por um lado as condenações são lentas e dasapropriadas por outro as influências e um bom advogado resolvem quase sempre o “incomodo”.

    Um bom ano de 2010 para todos os leitores e ao Amigo Almeida em especial.

  6. é a vida!

    “…eu fui falar com o presidente da Freguesia (…) Fiquei um tanto assombrada, pois aparentemente o presidente não estava informado desta situação e não sabia nada de assaltos na sua Freguesia.

    Das duas, três:

    – Ou a acumulação dos “tachos” não permite o acompanhamento da realidade que ensombra os seus concidadãos.

    – Ou é realmente “incompetente” e portanto deve ser rapidamente “aliviado” da chefia que lhe confere “glamour”, ficando entretanto para as calendas o apear por decisão dos eleitores.

    – Ou ainda, como não se trata de roubos de sacas das suas “alfarrobas”, não o preocupam estas “minudências”.

    Cumprimentos.

  7. goncinha

    O Dubai inaugurou hoje o maior edificio do mundo apesar do país estar FALIDO.
    Esqueceram-se certamente até à data de mencionar o culpado da falência. Sócrates evidentemente. Há jornalistas e jornais que estão a dormir. Vamos lá a inventar mais uns casos. Estou em pulgas. Goncinha

  8. Raul

    «Em nome de um conceito pobre de noticiabilidade, o jornalismo dominante, parece ter horror ao que é positivo. Notícia a sério é negativa e, se possível, catastrófica. Se uma qualquer instituição, personagem ou situação tiver de ser notícia por algo que se assemelhe a coisa boa e exemplar, mister se torna descortinar uma mancha, uma “petite histoire” para fazer a notícia. O negativismo é contaminante: mesmo o positivo tem de ter um caso que destoe e gere a pimenta e o frisson de que se faz o paladar do nosso jornalismo imperante.

    Dir-se-á que a realidade não anda para brincadeiras e que é difícil encontrar motivos razoáveis que sustentem um jornalismo menos carregado de tintas negras e de borrascas iminentes. Mas não nos diz a experiência que é precisamente em tempos de crise e de desvario que se geram os actos mais ousados de inventiva e de dádiva?
    (…)
    Em rigor, não é de um jornalismo positivo (em contraponto a um jornalismo negativo) aquele de que vitalmente carecemos. O que falta é, pura e simplesmente, jornalismo que tome consciência dos filtros com que olha e selecciona o que se passa à sua volta e procure restituir-nos uma imagem menos truncada e mais completa de Portugal e do Mundo. »
    A Lei do Funil e Manuel Pinto

  9. JInaring

    Pois é, o que acho estranho é o afastamento que houve do tópico ‘segurança’ tendo havido um aproveitamento para dar mais umas marteladas na ‘política’.

    Sei que o tema está ligado, mas quando a Sra Gasser manifesta preocupação com a segurança, acho baixo os comentários serem sobre os tachos e salários dos políticos. Falamos muito mal de Portugal nesse aspecto, mas acreditem que em muitos outros países até mais ‘civilizados’ os políticos não são melhores.

    Partilho a preocupação da Sra Gasser, pois neste momento são 21:21 de sábado dia 16, e receio ‘visitas’, pois parte da nossa família é estrangeira, que parece ser o “alvo tipo” destes vândalos violentos.

    Não sei o que poderemos fazer para garantir a nossa segurança, e caso alguém tenha alguma ideia brilhante é favor dizer para que possamos explorá-la.

    A GNR tanto de Almancil como de Loulé não reagiram eficazmente a alarmes por mim dados aquando de assaltos a casas vizinhas (sítio dos Quartos). Ainda há poucas semanas a casa ao lado da nossa foi assaltada, e os assaltantes passaram pelo nosso terreno, pois cortaram a vedação para facilitar acesso. Não sentimos segurança. A nossa casa foi assaltada duas vezes mas felizmente não estávamos em casa.

    Mas também não censuro os soldados da GNR. Quanto será que ganham? Será que por esse salários algum dos senhores comentadores arriscavam a vida?

    A solução terá que ser um tipo de força de elite da Policia, GNR ou não. Não comparemos a GNR que passa multas nos cruzamentos com aqueles que podem resolver a situação.

    Estou disponível para colaborar a nível de ‘brainstorming’.

    Joaquim

  10. Meu caro Joaquim; lá porque os assuntos se vão sucedendo, não pense que ficam esquecidos. Os debate por aqui são assim mesmo: cada um dá o que tem e quer dar, falando daquilo que sabe e muitas vezes, apenas defendendo os seus amigos (políticos). Por essas razões poderá parecer pobre o debate… mas, importante mesmo, é o assunto ser falado!
    Gostei da sua visão e da sua voluntarização para o “brainstorm” e dele estamos muito necessitados. Permita que lhe sugira que troquemos mail’s sobre as ideias que temos e disso façamos estratégia para debelar este dramático problema! O mail do blog é: antonio.almeid2@netcabo.pt, utilize-o. ou se entender, marque encontro, quem sabe se não seria útil criarmos um grupo de análise e contacto com as vítimas por forma a conhecermos melhor os métodos usados pelos atacantes?

    conte connosco
    António Almeida

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