IKEA é assunto com muito assunto!



A Quercus tomou posição sem que se saiba que opinião tem a Almargem quanto à previsível instalação da unidade comercial de mobiliário da sueca IKEA no sítio de Alfarrobeira em terrenos da Reserva Agrícola Nacional…

– Será importante para o silêncio da Almargem (como se diz aqui) o facto dos terrenos do antigo Pomar de Laranjeiras serem propriedade familiar de um dos cooperantes/dirigentes da associação ambientalista louletana?

Por agora, que ainda há tempo, podemos opinar e influenciar uma melhor localização; podemos preparar-nos para o, habitual facto, de aos poderos ser permitido aquilo que aos demais é negado; podemos também, conscientemente, abdicar dos benefícios deste investimento em nome do comprimento da legalidade e da transparência que se exige de um Estado soberano e justo.

É, como se vê, um assunto com muito assunto para discutir, este do IKEA em terras de Loulé… Contamos com as vossas opiniões!

16 comentários

Filed under Cidadania, Comércio, Consumo, Loulé, Opinião, ssebastiao, União Europeia

16 responses to “IKEA é assunto com muito assunto!

  1. Iniciando este debate, que desejamos sério e participado, gostaríamos de deixar algumas notas que traduzem o posicionamento deste blog e são coerentes com as posições que temos vindo a defender desde o encerramento da Unicer:
    1 – Defendemos a localização do IKEA na Campina de Baixo, nos terrenos da Unicer e adjacentes que foram adquiridos pela empresa Garvetur;
    2 – Defendemos a reposição dos Postos de Trabalho Perdidos na Freguesia perante a passividade autárquica;
    3 – Consideramos desejável promover o desenvolvimento do Concelho para os lados de Quarteira/Vilamoura e Albufeira, em detrimento do Eixo Faro (sem bairrismos de freguesia);
    4 – Deploramos a ligação a laços familiares para lançar suspeita sobre um vetusta instituição local que já prestou corajosos serviços à comunidade e ao ambiente;
    5 – Os PIN’S (não sendo um mal em si mesmos) podem desbloquear entraves de RAN e REN, quando considerado o interesse legítimo das Regiões;
    6 – Defendemos a responsabilidade dos políticos face aos investimentos públicos e privados;
    7 – Somos contra as “jogadas” que visam apenas o lucro dos jogadores;
    8 – Entendemos que se o Pai não pode impôr o rumo do Filho, o Filho não condicionará a decisão do Pai.
    E, assim de peito aberto (sem ruídos), vamos discutir se o Desenvolvimento que o IKEA pode trazer a Loulé justifica o atropelo do PDM e o acionamento do PIN!
    Sendo de grande relevo o impacto na fluidez rodoviária nos acessos a Loulé, ao Aeroporto e ao futuro Hospital Central, a partir da A22, muita da discussão pode e deve centrar-se nesta vertente de análise. Seria um factor determinante a implantação do previsto Aerodromo na Freguesia ao longo do eixo Campina-Cimpor, facilitando o transporte de Mercadorias e dispensando a opção rodoviária, mas esse, parece, nunca existirá!
    Vamos deixar este tópicos durante três dias para não limitar a participação dos que o desejarem fazer.

  2. Parragil

    O IKEA deverá ser implantado do parque ambiental da Pia Silveira.

  3. Sebastian

    Parabéns pelas posições defendidas pelo autarca Professor Almeida. Aqui está um bom exemplo de que este homem se fosse eleito para a Junta faria um belíssimo trabalho. Sobre este assunto do Ikea aqui estão ideias que muita gente deveria mostrar e o que mostram é zero. Parabéns Snr. Almeida. Prova mais uma vez que seria o Presidente de S. Sebastião que nós desejaríamos. Um Bom dia Festivo. E viva o Menino Jesus. Louletano de S. Sebastião

  4. Milene

    O que eu sei é que é o fim das casas de mobilias do nosso concelho. Comerciante em Loulé está abaixo de cão. Grande Seruca Sebastião Emídio. O tal dos cartazes vaidosos mas que pretende passar pela humildade em pessoa. É demais. A que horas parte o comboio daqui para fora?

  5. Desikeiano

    A Milene tem razão! O dr. Seruca e os seus comparsas destruíram o ramo comercial de Loulé. E não param… Vão por aí fora até à vitória final das grandes superfícies capitalistas que não olham a meios para atingir os seus dolorosos fins. Não quero ser louletano desta maneira. Uma boa bosta de m……. para quem nos enterra.

  6. Marco 111

    Leiam a crónica do Ricardo Araujo Pereira. “Ikea enlouqueça você mesmo!” Marco

  7. Katia

    Leiam a crónica do Ricardo Araújo Pereira. Um must:
    «Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».

    As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.

    É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.

    Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece–me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.

    Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.»

  8. almancilense

    Então os suecos vêm ajudar os comerciantes do concelho de Loulé? Como não há clientes o Ikea pode por os comerciantes a montar as camas e os guardafatos. Ah grande Seruca!
    Almancilense

  9. Zezinha

    Por favor não falem negativamente do Snr. Seruca porque ele só pensa nos pobrezinhos. Quanto teriam rendido aos proprietários os terrenos na Campina junto ao Continente? Diz que …. cala-te boquinha.

  10. Nando

    Passei pela Avª Calouste Gulbenkian em Faro e qual não foi o meu espanto que mesmo a chover lá estava ela a ser regada automaticamente. Um delírio total. Temos um São Macário que não se importa de gastar água da rega mesmo que o céu a mande em força cá para baixo. E aqui na nossa Avenida de belos canteiros de erva brava será que também o automatismo funciona? É que pelo jeito os homens que por aí vão mandando nos destinos camarários estão-se maribando para os destinos dos nossos bolsos. Que continue a chover são os meus desejos e de todos. Porque sem ela, a água somos nada. Beijinhos para todos e uma linguiça gorda para o Macário de Faro, autarca desmazelado.

  11. Oh Nando! Esse comentário só toca no tema em debate no que se refere à sua opinião sobre os autarcas referidos. Mas, mesmo assim, será bom que saiba que os sistemas automáticos de rega são comandados por programação prévia e isso é feito por empresas ou serviços autárquicos de manutenção de jardins, não sendo por isso justos culpar autarcas.
    Pode ser que depois de lerem a sua opinião venham a dar ordem de fecho ficando responsáveis pelo “restart” ao sistema e reparar os danos que poderão advir da permanência em seco da tubagem. Pois, na maioria das instalações, recorre-se a equipamento pouco durável e a programação pouco inteligente (um relógio e pouco mais!).
    É um alerta para a poupança de água em tempo de chuva, e bem, porque a maioria das pessoas pensa que quando chove aumenta a disponibilidade de água de consumo humano e, na verdade, acontece que a qualidade é mais difícil de garantir!
    Tendo-o respeitado, Nando, peço-lhe que respeite os temas nos quais entender comentar!

  12. INRI

    Sr Professor os terrenos da Campina de baixo foram adquiridos pela Enola Invest e não pela Garvetur. Respondendo à Zézinha muitos terrenos na Alfarrobeira foram comprados baratos mesmo muito baratos pois era para o Sanatório, os que não queriam vender apercebemdo do grande interesse dos compradores subiram a parada e muito, uma horta que lá havia que a àrea ronda os 27.000m2 foi vendida por 2,700.000€, é por causa desta verba que o Almargem não fala D. Zezinha. Está a perceber o dinheiro fala mais alto. Mas se for preciso a ALMARGEM vai multar um velhote que anda a limpar um terreno porque arrancou uma daroeira ou uma carrasqueira. E ainda temos de respeitar estes Srs do Ambiente empobrecido e vergonhoso. No melhor pano cai a nódoa!

  13. D.Paio Peres Correia

    “3 – Consideramos desejável promover o desenvolvimento do Concelho para os lados de Quarteira/Vilamoura e Albufeira, em detrimento do Eixo Faro (sem bairrismos de freguesia);”

    Só pode estar a praticar o escárnio Sr. Prof. Almeida.
    A freguesia de Quarteira não merece tanto, aquilo é só turismo e nem tem população para manter um Pingo Doce quanto mais um IKEA.
    Somente existe 30.000 habitantes em Quarteira.
    Crê que essa terra merece tamanho investimento como é um IKEA?
    Junte é o útil ao agradável e já que tem outras grande superfícies meta mais uma em Loulé.
    Nós Louletanos é que precisamos! Um dia eles são concelho e depois o que será de nós?
    Pense nisso caro amigo e colega.

  14. Nando

    Senhor Almeida se o meu comentário poder ajudar a poupar dezenas de milhares de litros de água penso que sem me elogiar, estou aqui a defender o meio ambiente como todos afinal o devemos fazer com unhas e dentes. Quando me refiro a autarcas como o Engº Macário e não às firmas que diz serem responsáveis por essa rega estou-me nas tintas para isso pois não tenho conhecimento delas. Quem eu conheço é o Engº Macário eleito para colocar Faro no Mapa e para devolver à cidade e aos seus jardins e pracetas a beleza que todos desejamos. Eu só o conheço a ele para este caso. Obrigado.

  15. Dom Paio Peres Correia; deverei esclarecer que a Campina de Baixo (Unicer) se encaixa num Eixo de desenvolvimento Loulé- Albufeira integrando Quarteira e Vilamoura. E sim, sem caprichos de Freguesia, considero apresentar muitíssimas vantagens, quer sociais, quer económicas para o Concelho, além de provocar menor impacto na rede viária.
    O contrário: Alfarrobeira ou Almancil, no Eixo Loulé-Faro (como já aconteceu no passado), aproveitará a Faro e Loulé suportará os custos (vidé a nova via de ligação a Faro!).
    São opiniões, caro colega, eu reafirmo a minha!

  16. Sossegado

    Penso que deve haver sempre duas ideas: 1ª ideia – o nosso presidente apoiou Campina de Baixo; 2ª ideia – o nosso presidente disse ao Correio da Manhã e noutros meios de comunicação que o melhor sítio encontrado era na Alfarrobeira.
    Deve ser quem mais me dá mais meu amigo é! Mas com duas ideias nunca se mente.
    Ao Sr D. Paio, então o Sr. não diga tantas barbaridades e vá perguntar na C. M. Loulé porque é que não aprovam nada de hipers para Quarteira? E o facto de ser pequena não implica que não possa ter. A Guia é maior que Quarteira? Só a sua opinião é viável!!! As outras ,,,,, Pois a freguesia de Quarteira não merece tanto…, quem é o Sr. para julgar os habitantes da freguesia de Quarteira? E eu devo ser mais louletano que o Sr. em idade e bairrismo, sou natural do centro de Loulé e criado em Loulé e com a casa com o maior quintal agrícola de Loulé.

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