Carnavalemos, então!


9 comentários

Filed under ssebastiao

9 responses to “Carnavalemos, então!

  1. SOl

    Neste dia de Carnaval molhado o Daniel Oliveira conhecido e irónico comentador da SIC oferece-nos este novo Hino dedicado aos comunistas que foram à tal manifestação das cem pessoas.

    Avante, Saraiva, avante,
    Junta a tua à nossa voz!
    Avante, Saraiva, avante, Saraiva
    E o “Sol” brilhará para todos nós!
    Avante, Saraiva, avante, Saraiva
    E o “Sol” brilhará para todos nós!

    Ergue da noite, clandestino,
    À luz do dia a felicidade,
    Que o novo “Sol” vai rendendo
    Em nossas bancas vai vendendo
    Um novo hino à liberdade
    Que o novo “Sol” vai rendendo
    Em nossas bancas vai vendendo
    Um novo hino à liberdade

    Avante, Felícia, avante,
    Junta a tua à nossa voz!
    Avante, Felícia, avante, Felícia
    E o “Sol” brilhará para todos nós!
    Avante, Felícia, avante, Felícia
    E o “Sol” brilhará para todos nós!

    Cerrem os punhos, companheiros,
    Já vai tombando a muralha.
    Libertemos sem demora
    O Mário Crespo da masmorra
    Herói supremo da batalha
    Libertemos sem demora
    O Mário Crespo da masmorra
    Herói supremos da batalha

    Avante, Moura Guedes, avante,
    Junta a tua à nossa voz!
    Avante, Moura Guedes, avante, Moura Guedes
    E o “Sol” brilhará para todos nós!
    Avante, Moura Guedes, avante, Moura Guedes
    E o “Sol” brilhará para todos nós!

    Para um novo alvorecer
    Junta-te a nós, companheira,
    Que comigo vais levar
    Ao quiosque, a cada lar
    Esta escuta verdadeira
    Que comigo vais levar
    Ao quiosque, a cada lar
    Esta escuta verdadeira

    Avante, Moniz, avante,
    Junta a tua à nossa voz!
    Avante, Moniz, avante, Moniz
    E o “Sol” brilhará para todos nós!
    Avante, Moniz, avante, Moniz
    E o “Sol” brilhará para todos nós!

  2. Sousa

    Não vi um único carro deste Carnaval. O tempo não estava convidativo e penso que as tripulações dos carros não devem ter vontade de ir para o Centro de Saúde com alguma gripeira forte. Está assim este inverno algarvio.

  3. Folião

    Ouvi dizer que a critica neste carnaval era partidária. É verdade? Só uns é que tiveram direito a levar com a bisnaga. Sempre quero espreitar amanhã. Se assim for mais uma vez a Câmara de Loulé borrou a opa. Mas primeiro ver para crer.

  4. Nenita

    Também lá não pus os pés. Já apanhei duas constipations este mês. Não estou para
    levar com supositórios. Divirtam-se na cama. Uauhhh.

  5. Tito

    Porque não utilizarem os versos dos grandes poetas satiricos e eroóticos portugueses durante o Carnaval? Porquê os carrinhos alinhadinhos e pouco mais como se fosse a festa de um aniversário. Mudem qualquer coisa por favor.

    É pau, e rei de paus, não marmeleiro,

    Bem que duas gamboas lhe lobrigo;

    Dá leite, sem ser árvore de figo,

    Da glande o fruto tem, sem ser sobreiro:

    Verga, e não quebra, como o zambujeiro;

    Oco, qual sabugueiro, tem o embigo;

    Brando às vezes, qual vime, está consigo;

    Outras vezes mais rijo que um pinheiro:

    À roda da raiz produz carqueja:

    Todo o resto do tronco é calvo e nu;

    Nem cedro, nem pau-santo mais negreja!

    Para carvalho ser falta-lhe um u;

    Adivinhem agora que pau seja,

    E quem adivinhar meta-o no cu.

    Manuel Maria Barbosa du Bocage

  6. Farense

    Grande Bocage. A moral e os bons costumes permanecem escondendo as grandes obras. Só se lembram de manifestações e mariquices no género da que se viu ontem.

  7. Mascarinha

    Vamos então esperar para ver amanhã se não chover o que a Senhora Câmara estudou para este ano. Espero bem que o Snr. Julio tenha feito um bom trabalho ou pelo menos tenha deixado fazer. Ver para crer como S.Tomé.

  8. kapinha

    Viva o Bocage e o resto são tretas. Kapinha

  9. Lord

    Vasco Pulido Valente está como nós: «Também “escutar” o telefone do próximo, por muito necessário que seja, é uma ideia que me repugna. E publicar a seguir o que se ouviu, ou foi ouvido, não me parece admirável, mesmo para defesa da democracia ou da limpeza pública. Isto para explicar que, por preguiça e aversão, me perdi completamente na trapalhada em curso. Não sei quem disse o quê e a quem; de que maneira, com que fim e em que circunstâncias. Não percebo o que se tramou ou não tramou, ou se por acaso não se tramou nada.»

    Vasco Pulido Valente, Público

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