1 minuto em memória do Leandro… Contra o bullying


Hoje às 11:00, um minuto de silêncio em todas as escolas. Em memória do Leandro. Contra o bullying!.

11 comentários

Filed under ssebastiao

11 responses to “1 minuto em memória do Leandro… Contra o bullying

  1. jornaleiro

    As modernices apesar de atrasadas acabam por chegar cá a este canto da Europa. Manifestemos o nosso REPÚDIO por esta forma terrível de desprezo pelo companheiro escolar.

  2. Santos

    O tratar mal o companheiro é de todos os tempos. Na minha infância também havia os que até psicológicamente maltratavam os desafortunados da vida ou melhor dizendo os deficientes mentais sobretudo.. Eram momentos indignos mas o medo dos grandalhões não nos deixava actuar. Lembremo-nos que nessa altura haviam rapazes de 14 e 15 anos na 4ª Classe. Homens já feitos. Um minuto por todos os Leandros.

  3. Julus

    Os filmes que sobretudo a América exporta para o mundo inteiro mais os jogos são de uma violência atroz. As mentes que se dedicam a visionar esses filmes não podem ficar de modo algum sensibilizados para com o sofrimento dos outros.

  4. Mary

    Não se esqueçam que os video jogos violentos enviados pelo Japão e EUA para o Mundo inteiro são grandemente responsáveis pela violência na juventude. Mesmo assim perante os milhões de e milhões de pessoas que jogam esse tipo de jogos ainda poderia ser muito pior. Os pais sobretudo deveriam ter mão na compra dessa violência gratuita. Não é fácil eu sei. O Xico tem, O Miguel e o Gomes também têm de os possuir e assim sucessivamente.

  5. Alte

    Para resolver esta situação não podemos sacudir a água do capote para outros. Todos são corresponsáveis nesta forma de violência dos dias deste novo século.

  6. Pai

    Donde veio afinal essa palavra Bulliyng? E que significado tem na juventude?

  7. Segundo a Wikipédia:
    “Bullying é um termo inglês utilizado para descrever actos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou “valentão”) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.”
    Na verdade existe com frequência a prática da humilhação como forma de satisfação e afirmação de poder nas nossas escolas. A demonstração de comportamentos bárbaros e indisciplinados pretendendo criar formas de poder nem sempre são observáveis nos espaços lectivos formais acontecendo só nos Recreios ou nos Percursos casa-escola…
    São muitas vezes de difícil observação exigindo atenção aos pequenos pormenores repetidos.

  8. alex

    Nos meus tempos de liceu,em Loulé já isso acontecia com todo o tipo de abusos direccionados habitualmente aos mais novos e em especial aos chamados serrenhos ou seja os que não eram moradores na cidade. Era triste de se ver que esses bullies eram ainda por mais bem queridos e bem tratados pelo pessoal auxiliar que fechava os olhos aos acontecimentos ou que dava um raspanete com uma palmadinha nas costas. Ainda hoje esses bullies (que continuam a ser bullies) têm preferências nas teias do poder e são tratados como grandes beneméritos ao serviço da sociedade. Dos usados nos rituais de inserção, alguns ficaram-se por caminhos escuros dos quais não mais sairam, outros, talvez por espirito mais forte mostraram aos tolinhos que podiam ser mais.
    Mas o triste é… vê-los ainda, bullies aos olhos de todos menos aos dos seus empregadores, ou melhor dos seus padrinhos, porque os empregadores no fundo somos todos aqueles que nunca os empregariam e ainda lhes pagam os salários. Haja paciência!!

  9. Sardinha

    Tristeza, é com grande mágoa que recebemos estas noticias, e também não consigo compreender porque é que a escola ainda não dirigiu uma unica palavra aos pais do LEANDRO. E os alunos que praticavam tais barbaridades ainda andam na escola?

  10. Deve ser considerado o “figurino” legal relativo à Escola e ao Ensino… Desde logo o “Estatuto do Aluno” e o “Regulamento Interno da Escola” orientarão a investigação deste caso que em todo o seu processo tem variadíssima legislação a respeitar e essa Define a Escolaridade Obrigatória e Regula a Acção Disciplinar da Escola.
    Os pais da Criança (Leandro) serão ouvidos no contexto do Inquérito, não antes e nem depois… Quanto aos Agressores, que podem ser suspensos preventivamente, por decisão superior e sugestão do Director, tal decisão dependerá da existência de um grau de culpabilidade que não deixe dúvida, mas mesmo assim têm que ser inquiridos e registadas as suas declarações antes do afastamento temporário.
    A Expulsões só produzem efeito face à Escola e nunca face ao Sistema. Ou seja, mudarão de escola e poderão prosseguir a sua nefasta acção… se não existir o desejável arrependimento. Trata-se de cidadãos menores e não imputáveis… Não se recorre, salvo em raras excepções, aos centros escolares prisionais e essa, nunca é, uma Decisão da Escola e dos seus Conselhos Disciplinares.
    Nestes casos é reduzido o apoio de psicólogos e nula a intervenção das polícias e tribunais. É uma tarefa mais a sobrecarregar os professores e que muito os traumatiza, para mais é dado ao Inquiridor um prazo curto para as audições e formulação das conclusões com apuramento das responsabilidades que incidem nos artigos não respeitados do Regulamento Interno, que respeita o Estatuto do Aluno, e propôr as Medidas Disciplinares que depois de aceites pelo Director vão a decisão superior.
    Como se vê, os contactos com as famílias só acontecem no contexto do Inquérito e nada mais! Aliás todos os alunos ouvidos, isoladamente, devem ser acompanhados pelo seu Encarregado de Educação e podem indicar as suas testemunhas, a ser ouvidas mais tarde.
    É, portanto, uma maratona árdua que não pode ser influenciada por pressões externas e pode, em muito, ser prejudicada pela acção mediática e pelo clima externo.

  11. O caso de bullying ocorrido em Mirandela vem expor à saciedade a gravidade desta praga. O problema já ultrapassou os portões escolares para entranhar-se de uma forma asquerosa na vida social e no local de trabalho. Porque não estamos a falar apenas de uma obsessão pelo poder, da dominação sobre um indivíduo, mas de um agressor que ameaça tornar-se num potencial criminoso. Esta forma de intimidação pode ter tido origem dentro do ambiente familiar onde a educação infantil não foi devidamente acautelada. A escola de Mirandela foi a primeira a descartar-se, por isso, à semelhança do que aconteceu noutros países com casos semelhantes, deveria ser duramente responsabilizada, começando pelo autismo das chefias e reforçando a vigilância preventiva de todos os intervenientes do sistema educativo.

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