Não parou: foi abatido!


Ignorou e fugiu de uma operação STOP, Nuno Rodrigues, o rapper seria abatido em Benfica esta madrugada…

Poderá ser um caso que alerte para o respeito pela autoridade ou mais um pretexto para revolta dos gangs juvenis. Veremos!

5 comentários

Filed under gente, Juventude

5 responses to “Não parou: foi abatido!

  1. Coincidências?
    Atentem, meus caros, na mensagem que é veiculada no 2º clip do post (Abstenção) e terão uma ideia da “cultura” jovem suburbana nela expressa…
    Terá sido coincidência ou “formas de estar” na Grande Urbe?

  2. Iris Celtic

    «De férias no Porto Santo, Alberto João Jardim garantiu que a Madeira não daria “um tostão” para Timor e que não admitia que o Estado português “mexesse” nas transferências a que a Região tinha direito. ‘Nem um tostão para Timor’ foi uma frase que provocou as mais duras reacções, em todo o País.

    “A filosofia popular ensinou-me que cada um se deve governar por si”, acrescentaria o presidente do Governo Regional, a 29 de Agosto de 1999.

    Mais tarde, depois de muita polémica, na Região e no Continente, a Quinta Vigia acabaria por emendar a mão, embora de forma simbólica. Jardim disse que nunca esteve contra a ajuda ao povo timorense, mas apenas que a Madeira não podia prescindir de dinheiro para esses apoios.

    Agora foi Timor que dá uma bofetada em Jardim enviando sabe Deus com que custos para a pobre Timor 556 000 Euros de apoio às vítimas da Madeira. Lindo ! Mas Alberto que agora de desfaz em salamaleques com toda a gente que manda dinheiro para a Ilha qualquer dia está esquecido e toca a cascar. Vergonhoso de mais para ser verdade.

  3. Melro

    É um problema desta época. As autoridades também têm um papel dificil.
    Quanto ao comentário do Snr. Jardim li no Jornal de Leiria estas frases que dizem e bem:

    ” Ninguém deu ouvidos aos ambientalistas da Quercus ou académicos, sistematicamente ridicularizados como especialistas em “palhaçadas” pelo Dr. Alberto João Jardim: já depois da tragédia, todos o ouvimos queixar-se de que ouvi-los seria “o preço a pagar pela democracia”. Mas, na verdade, estamos hoje a pagar o preço de não ouvir, democraticamente, estas forças da sociedade civil. E os madeirenses deverão perceber que estão agora a pagar, de facto, o preço pela falta de democracia na Madeira.

  4. Jorge

    Foi o Alberto João Jardim que matou o rapper?

  5. Jorge; é muito bem questionado!
    De facto existe um problema sério de contextualização dos comentários deste post. Aliás isso não é novidade. De tal modo o não é que já tenho considerado não os validar, ou alterar os critérios de validação dos comentários. Para não correr o risco de censurar vou validando mas não gosto!

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