T-Shirt “Oh Mãe”… e Parque!


É mais um Apoio à causa dos “Cidadãos que gostam de Árvores Urbanas”, que surge de Lisboa, de uma empresa especializada em estampagem téxtil… Veja aqui!

Em face daquilo que se está a passar no Parque Municipal de Loulé faz muito sentido que se juntem as vontades dos louletanos, que prezam o equilíbrio ambiental e respeitam a memória, contra a euforia modernista saloia que está ao aumentar o perímetro de impermeabilização urbana destruíndo a sustentabilidade arbórea, reduzindo a vegetação a exemplares de varanda, obedientes e pouco exigentes. Um Parque vai virar Jardim para, quem sabe até (?), eventos musicais, residências de luxo ou outras adulterações do único lugar fresco e silêncioso que a Cidade tinha!!!

Exigir uma Carta Municipal de Compromisso Ambiental é, o que no imediato, se justifica e se impõe! Temos que ser mais enquanto é tempo de travar esta loucura!

11 comentários

Filed under Blogosfera, Cidadania, Loulé, Opinião, Oposição, Património, ssebastiao

11 responses to “T-Shirt “Oh Mãe”… e Parque!

  1. Irão chamar-nos reacionários, contrários ao progresso e outros mimos que ajudem a esconder, por detrás de núvens de fumo, a insensibilidade ambiental deste executivo municipal. Sabendo disso deixamos um pequeno, mas importante, reparo:
    Quem frequentava o Parque Municipal (poderão dizer serem poucas pessoas), fazia-o por gostar da sombra, da tranquilidade, de ouvir os passaros, de estar num espaço não regulado pelo bulício e o stress urbanos!
    Uma oferta radical ou, mais ou menos selectiva, como o mini-golf poderia ser instalada num novo Parque Urbano, como aliás chegou a ser estudado e tornado público para a zona do Estádio Municipal (Expansão Nordeste)!
    Alterar a fisionomia e o uso dos Equipamento causa, por via de regra, constrangimento e recusa dos utentes. Sobre isto, a título de exemplo, recordamos o caso da Malha na Laje!
    A regulação e os horários retiram a liberdade do uso individual sobre os bens comuns e introduz conflitos com os hábitos e as memórias!!!
    Poderá acontecer isto no Parque Municipal, se ele se tornar selecto e cosmopolita, o que não acreditamos! Será mais um conjunto de estruturas degradadas rodeadas por, muito menos, árvores do que antes!

  2. Mas que ideia é essa do parque municipal ser frequentado por poucas pessoas. É preciso nunca por lá ter passado para dizer uma coisa dessas. É claro que no Inverno e debaixo de chuva ninguém lá vai, mas no Verão chegam a ser dezenas de pessoas todos os dias a disfrutar do ar puro que lá se respirava. Gente a fazer piqueniques, grupos de crianças a festejar anos, grupos de pessoas a fazer jogging, grupos de rapazes a jogar futebol, casais a namorar nos bancos do parque, idosos sentados à sombra das árvores. Eu sei que uma mentira dita muitas vezes adquire valor de verdade, mas a gente não tem que acreditar em todas as coisas em que nos querem fazer acreditar.
    João Martins
    Macloulé
    Frequentador assíduo do parque

  3. Astro

    Mesmo que não seja uma multidão esses cidadãos têm direito a usufruirem o que a Natureza ofereceu a Loulé. Árvores frondosas para tardes de calma. Se eles nos chamam de reaccionários o problema está nas suas cabeças de vento. O que interessa é o que está à vista. E o que está à vista é simplesmente M………. Nos últimos anos tirando o arranjo da Praça centenária que nos quiseram impingir como sendo eles a fazê-la, pouco mais se fez em Loulé. Mas dos seus autores Engenheiros de há cem anos quase nada se falou. Astro

  4. E.Mel

    O que se vê é que as forças politicas de Loulé estão adormecidas como a Branca de Neve. Onde é que anda afinal a Bruxa má para lhe darmos a pázada? E. Mel

  5. Olman

    As árvores da Avenida plantadas há dois ou três anos estão praticamente na mesma. As sombras antigas desapareceram e agora quem queira usufruir de boas sombras vai para S. Braz como eu já tenho ido aos fins de semana. Olman

  6. João; estava apenas a reportar um dos argumentos que me foram apresentados para este Projecto de Requalificação do Parque, o que não significa que eu concorde com ele. Aliás desconheço com a frequência média diária, não acho relevante esse indicador e muito menos justificativo para se alterar tão radicalmente o uso de um Equipamento Social consolidado!
    De resto, concordo e testemunhei os tipos de uso que referiste, em particular as Festas, lembro-me de um final de Prova de BTT pelo Barrocal do Concelho que lá terminou com almoço e que foi algo notável envolvendo muita gente… ainda em tempo do saudoso Prof. Arménio! A Escola realizou lá algumas actividades e grupos de visitantes organizaram encontros na Mata… etc…

  7. Sousinha

    Um amigo meu há dias, muito seruquista por acaso, dizia-me que o que está a acontecer ainda é por causa de J. Vairinhos. Com isto está tudo dito e redito. Passem bem!

  8. Caro Almeida,

    Eu sei que não concorda, mas só fiz esse comentário para não cairmos no erro de estarmos sempre a comer gato por lebre. É que o hábito já é tanto que a gente já não questiona. E para mais o Parque Municipal também tinha “excesso de ensombramento”.

    Valha-nos a Mãe Soberana!
    João Martins

  9. Jorge

    Só quem não frequentava o Parque Municipal poderá dizer que “ia pouca gente”. E, se iam poucos, eram bons: sempre lá vi dezenas de crianças acompanhadas por educadoras de infância. E era visível a alegria das crianças pelo contacto com a Natureza e a atenção que prestavam às palavras das educadoras que, de uma forma simples e lúdica, lhes transmitiam alguns conhecimentos botânicos. Os bons hábitos que estavam a ser criados estão em risco perante a barbárie que temos estado a assistir.
    Sabe-se que os resultados imediatos do contacto com a natureza incluem alegria, relaxação, e níveis de stress mais reduzidos. Estes resultados sugerem ainda adicionalmente um bem-estar físico. Eu sentia isso quando caminhava no Parque Municipal e depois descansava numa das muitas sombras existentes ouvindo o cantar dos pássaros e aproveitando para uma leitura de um bom livro. Que momentos de prazer!!! Vão ter fim? Acho que sim, acho que sim. A cidade de Loulé está a ser destruída!!!

  10. Joka Quarteira

    Loulé é uma cidade assombrada não pelas árvores mas por alguns politicos sem sombra que os cubra.

  11. É pena que até agora nenhum comentador se tenha referido à oportunidade e necessidade de ser adoptada uma Carta de Compromisso Ambiental!
    Esse deverá ser assunto para levar à Assembleia Municipal pelos partidos da Oposição, mas preferencialmente, com a colaboração das Associações e Cidadãos interessados e conhecedores da matéria. Até alguns Departamentos Autárquicos deviam dar o seu contributo resultante do conhecimento “no terreno”…
    Sendo o Ambiente algo vasto e com especificidades várias pode o documento ser adoptado por via de “Encartes Temáticos” a serem produzidos em sessões de trabalho abertas aos interessados em contribuir com preocupações e soluções.
    De ser considerada a figura do Provedor Municipal de Ambiente a quem competiria zelar pelo cumprimento da Carta de Compromisso, com autoridade e independência.
    Vamos lá, contribuam positivamente para que a Cidadania se afirme!

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