Querem acabar com o “Zé Povinho”!


A Indústria Cerâmica das Caldas da Rainha atravessa um período de dificuldades económicas e poderá ser encerrada. Rafael Bordallo Pinheiro, extraordinário ilustrador e soberbo ceramista foi o seu mentor e estratega, sendo dele os desenhos da produção que ainda hoje se realiza na empresa,  juntando as artes decorativas à ironia, são do que melhor se encontra no Mundo pela beleza cromática e pela cuidada modelação hiper-realista.

Para encontrar ajuda neste tempo difícil foi criado no “Facebook” um grupo de amigos para a causa da salvação da Empresa do “Zé Povinho”, pois parece que “Vista Alegre” e “Visabeira” já não serão bastantes para a manter.

Ajude, aderindo ao grupo!

3 comentários

Filed under Arte, Blogosfera, Comércio, História, Património, ssebastiao

3 responses to “Querem acabar com o “Zé Povinho”!

  1. Jota

    Já à muito que se vislumbra acabar com o zé povinho! Nem com ajudas sobreviverá pelo andar da carruagem.

  2. Joca

    Olhó ó Vergilio. Sim o grande Vergílio Ferreira:
    «Não digas. Não digas mal do país, ou seja, de ti. Terás talvez a ideia de que o dizeres mal te separa do resto e te alça a ti a uma posição altaneira. Não penses. Fazes parte daquilo em que cospes, és pertença dessa sujidade. A grandeza de uma ofensa tem que ver com ela própria. A grandeza do cuspo é o escarrador que és tu. Aprende o orgulho de ti na grandeza ou na miséria. E se queres condenar a miséria que também é tua, fala um pouco grosso que não te fica mal. Podes talvez lamentar mas não escarnecer. Se cospes tornas visível o cuspo naquilo em que cuspiste. Como queres que os outros te respeitem se tu mesmo não o fizeres? Para o lixo há recipientes apropriados em que esse lixo não se vê. Não cuspas mais no país para que os outros não se enojem do cuspo em que revelas a terra que é tua e que, portanto, és tu».

  3. anónimo

    “Aprende o orgulho de ti na grandeza ou na miséria” Orgulho na miséria? Faz-me lembrar quando estive no exército onde o Capelão dizia, (para os necessitados), que; “cada um deve contentar-se com o que Deus lhe deu”. Em contra partida o mesmo V. F. diz; “Deus é o mesmo para todos”. Possivelmente aqui, V. F. estaria a pensar só no orgulho da grandeza.

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