José Guimarães no Med!


Preciosamente guardados estão os mitos, sonhos e emoções do Autor…

Arte de pintura e escultura feita, reinventando contentores/transportadores que guardam no seu interior aquilo de que a cultura da humanidade é feita!

Esta exposição de José Guimarães é coerente com o conceito de mistura cultural que o Festval do Mediterrâneo pretende ser: É todo o Mundo em cada Um!

20 comentários

Filed under Algarve, Arte, gente, Loulé, Opinião, ssebastiao

20 responses to “José Guimarães no Med!

  1. Jota

    Gosto muito desses fios espalhados pelo chão em frente à obra. É no mínimo ridículo.

  2. Obra engraçada🙂

    Visite as Aldeias Históricas de Portugal através deste vídeo:
    http://aldeiadaminhavida.blogspot.com/2010/06/espreite-as-aldeias-historicas.html

    Abraço
    Lena

  3. louletano

    José Guimarães é um artista do mundo. Pode não ser agradavel à vista esta exposição mas já vi outras fantásticas. Mas a Arte é assim mesmo.

  4. Giga

    Estou farto do Med. Sempre o mesmo anda pra baixo vai pra cima. Entorna a imperial, chama p.. ó outro. Barulho de um lado. Barulho de outro misturado com alguma música boa mas que não dá para ouvir ali. Empurra filho que é democrático. Eu vou andadno até Almancil. Fosca-se!

  5. Yannny

    3 temas: Exposição – O artista é de nome internacional. Ainda não vi. Mas vou ver. ; Med- Está visto e revisto embora haja sempre bons sons
    ma sem ambiente pouco convidativo; Crise:
    «A política [de austeridade] alemã é um perigo para Europa e pode destruir o projecto europeu. (,,,) Actualmente, os alemães estão a arrastar os seus vizinhos para a deflação. E isso poderá conduzir ao nacionalismo e à xenofobia. A democracia pode estar em risco.»

    (George Soros)

  6. Joy

    O 1º Med foi uma novidade na nossa terrinha. Embora haja por todo o lado festivais de música, o nosso hoje já perdeu o entusiasmo de há cinco ou seis anos. Alguma daquela música também é conhecida por um mínimo de público de modo que desisti de todo. Passem bem.

  7. Tina Sill

    Ontem à noite fui buscar o meu irmão caído de bêbado a esse tão famoso festival que arrasta alguns milhares de forasteiros e também malta cá da aldeia. Será que não se poderia pôr cobro à bebida a partir de uma certa hora? Eu sei que os quiosques precisam de ganhar dinheiro e que o que interessava era encher até à torre da matriz a malta em cerveja já para não falar das outras brincadeiras que se podem presenciar à vista desarmada. Pode ser que algum dia haja alguém com um palmo de testa que chegue a esta terra e coloque as coisas nos lugares sem ser preciso a proibição pura e dura. Sou contra isso, assim como sou contra esta forma de divertimento à força. Tina

  8. Destruidora

    Indignação é a palavra mais (med)iana que se pode utilizar para descrever a sensação de alguns funcionários da Câmara Municipal de Loulé perante este festival. É anedótico qem trabalha na autarquia ter de pagar como um qualquer forasteiro. Por outro lado, esta é a época do ano em que se veêm “os não faz nada” a fingir que fazem tudo. Já o resto do ano é uma palhaçada, mas no Med então… Elas são RM, elas são MA, elas são CP, e etc… a prestar assistência às moscas que povoam a tarde em que os ensaios decorrem. As ridículas de sempre a engraxar os maiores da nossa terra. Todas querem mandar quando nem no próprio destino mandam. Vou ali… e ja volto!

  9. georgemil@hotmail.com

    Já acabou o tal Med? Como sempre os filhos e os enteados. Havia gente com bilhetes de borla e outros pagantes como manda a Democracia em Loulé. Este ano foi menos descarado é verdade. George

  10. Padrecito

    Como eu entendo a Destruidora. Nós que estamos na mesma camionete
    sabemos como é que uma grande parte deste pessoal funciona ao longo do ano. E agora por algum motivo muito especial se mexem de um lado para o outro como se tivessem uma coceira muito grande. A Câmara de Loulé precisava de abanar mas com gente com saber, vontade e pouca fingidice. Se eu pudesse ia para Marrocos. Ainda se admiram das pessoas falarem cá fora. Ainda elas não sabem nada. Padrecito

  11. Vítor Aleixo

    Com licença, vou destoar.
    Não desqualifiquem, em alguns posts sem argumentos dignos desse nome, uma belíssima iniciativa cultural e turística da Câmara Municipal de Loulé.
    O efeito novidade esmoreceu já. Compreensível, não? Mas estará a fórmula do festival já esgotada? Não creio. E pode-se sempre substituir soluções e propostas mais estafadas por outras ainda desconhecidas ou a inventar, não é verdade?
    Há outras situações em que a acção camarária pode ser justamente criticada. Neste caso troco, sem problemas, a crítica pelo aplauso.

    Vítor Aleixo

  12. Fui

    Assim como famosos lideres comunas que se deslocam frequentemente a Nova York fazer compras também alguns azeiteiros cá do burgo de divertiam naquilo que mais tarde tanto criticam aqui neste blog.
    Era vê-los bastante animados subindo e descendo as ruelas, de copo na mão para depois virem dizer riscos e coriscos daquele que é um dos melhores festivais de musica Mediterrânea, actualmente em Portugal.
    Sei que custa engolir a certos parolos a qualidade deste tipo de iniciativas mas reconheço que a azia de tão grande, porventura possa afectar certas mentes menos resistentes.
    Sou a favor que todos os funcionários da Câmara devam ter um bloco de bilhetes de borla, assim como os funcionários do Modelo também tenham acesso gratuito a todos os produtos lá expostos e que seja essa benesse seja também extensiva à Caixa Geral de Depósitos.

  13. Bucarest

    Ainda bem que o Fui não me arrolou no seu grupo de parolos de rua abaixo porque eu não fui mesmo. Acho que este é um entre muitos (cada vez são mais) os festivais de música por todo o país. Este apesar de ser uma cópia de outros, traz, como os outros, bons músicos desconhecidos da maioria. Até aí tudo vulgar. Nada de especial. Num jornal nacional vi há dias os dez melhores festivais do país e por acaso este não estava lá certamente algum gajo da oposição à Câmara tirou de lá o Festival dessa tal lista dos dez. Para mim podem fazer mais trezentos festivais destes que não me afectam nem pra baixo nem pra cima. Gastem então o dinheiro que é nosso e passeiem então de rua abaixo rua acima porque acho mesmo uma delícia. Penso mesmo que no mundo nunca ninguém descobriu momentos de tanta felicidade. Parabéns a todos. Bucarest Joy

  14. Jose Parolo

    Queria felicitar o depoimento do visitante Snr. Fui, embora ele nos ache a todos uns parolos. Mas a gente com tanto saber temos de dar a mão à palmatória. Ainda bem que há louletanos assim, que amam o que os seus amigos do peito organizam. Estivemos perante qualquer coisa única no País e quem sabe em todo o Mediterraneo. . O que é a Ponte Jálata em Istambul comparada com o estrado colocado nas Bicas Velhas? Nada. O que são a Ilha de Malta, Murano, Torcello belezas mediterrâneas comparadas com a rua da Matriz e aquelas três barraquinhas de venda de qualquer coisa que não me recordo? Nada.
    Capri comparado com aquele alguidarinho junto a uma bica onde uma mulher lavava os copos? Nada. Mesmo a Torre de La Vienetta não é nada em comparação com aquele elevador construído dentro da CML que sobe e desce um único andar. Tudo maravilhas mediterrânicas. E para não falarmos no deserto em que se transformou a Praça Mediterrânica da República. Certamente já a pensar no Deserto de Marraquesh. Obrigado portanto ao Snr. Fui pela disponibilidade de nos instruir, a nós parolos desta terra governada por gente sábia. Vou tomar nota já do próximo Festival no meu calendário de bolso e desistir da próxima viagem em Julho de 2011 à Grécia e deitar o mealheiro fora onde estava a fazer umas economias. Tudo aqui à vista. Tudo em frente dos nossos olhos e nós parolos sem termos dado por nada. Obrigado Fui. E agora, vou-me, antes que… José Parolo

  15. Mellon

    Jose Parolo demonstra ter olho de lince e ouvido de gato selvagem. Apanhou tudo do pseudo animador da CML um tal Fui que não foi mas anda por aqui charingando a cabeça a cada um. Ele há traças nesta terra que nem com Dum Dum. Pisca-se. Mellon

  16. Terminou o Med’10… terá que ser feito o seu balanço em post a isso dedicado!
    Mas, antes disso, alguns reparos aos comentários neste post que demonstram um grau elevado de injustiça e alguma má vontade relativamente ao evento que agora concluiu a sua 7ª edição: A invasão forasteira não foi este ano tão grande como em anos anteriores e a Cidade não se apresentou tão aprazível como seria desejável. É o estado de “campo de batalha” que mais lamentamos sendo até surpreendente não terem surgido acidentes nas incursões para o Palco da Cerca!!!
    Finalmente, porque este evento demonstra ter cultores fiéis, em particular jovens citadinos, consideramos manter-lhe o mesmo apoio que lhe dedicamos desde o primeiro dia, até porque Loulé precisa de ter momentos que a retirem da pasmaceira habitual e criem espaço para a expressão de sensibilidades novas e partilha de costumes diversos.

  17. Jota

    Gostava de saber, saber mesmo, o que vai na mente dos Louletanos, para os levarem constantemente a dizer mal de tudo e de todos?

  18. Kapa

    O Jota não tem razão. Os louletanos gostam de tudo o que lhes dão e fazem, na sua terra. As eleições demonstraram que não se importam que acabem com o passado de Loulé, com as nossas raízes e em substituição nos deêm coisas copiadas de outros sítios. Fique o Jota descansado que a coisa certamente vai continuar por muitos anos para gáudio seu e de muitos outros. É que só uma minoria repara no resto.
    Muitas felicidades para si que vive no paraíso e nós numa terreola que poderia ser líder no Algarve em quase tudo. Kapa

  19. Só mente

    Caro amigo Almeida, reconheço na sua pessoa qualidades de justiça e discernimento que escasseiam em muitas mentes, pela voz (escrita) de alguns iluminados cá do burgo, o melhor era acabar com tudo o que se faz nesta cidade, seja Noite Branca, Fest Med, e já agora porque não com o mercado ao sábado (se se pudesse acabar com o próprio mercado ainda melhor), isso para não falar na Festa da Mãe Soberana, tal é a tacanheza de certas mentes (mais iluminadas), pela primeira vez fui ao Festival Med e gostei, um pouco caro é certo, devia haver um bilhete “familia”, pois um casal com 3 filhos o orçamento leva um rombo e os “gorilas” das entradas porventura seguindo ordens não perdoavam, mesmo aos mais pequenos.
    Quanto aos funcionários Municipais só tem é mesmo que pagar como todos os outros contribuintes, além de que eles têm o deles certiinho no dia 21 ao contrário da maior parte dos que lá estavam, nisso tenho que concordar com o FUI

    Adolfo

  20. Meu caro Adolfo (Só mente); sentida a simpatia relativa às justeza dos escritos, cumpre contudo a este blog, a obrigação de negar ser sua bandeira “o acabar com tudo”. Se, em verdade, um alusão a um facto contido numa realização pode ser uma nódoa na mesma, não é menos verdade que reconhece o mérito da realização em análise e lhe confere valor de notícia!
    Por aqui (blog) fala-se para melhorar aquilo que não deve ser olvidado e deve ser mantido… mas vamos sentindo que há quem gostasse que ficassemos calados.
    Olhe que a sua ideia de “Bilhete Familiar” foi excelente e sim, também a de os Funcionários Autárquicos pagassem os seus ingressos, à qual acrescentaríamos o argumento do dever funcional e do comprometimento com as acções do Empregador…
    Quanto a nós, por sermos tidos como críticos, foi-nos recusado qualquer convite para o Evento e, acredite, houve quem no-los pedisse pensando que os tínhamos!
    Aceite um abraço e o reforço da Opinião que Obras com Med não dão!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s