100 anos passados…


Todos os Regimes são imperfeitos e falíveis, está visto, a República também…

Será uma fatalidade, esta constante necessidade de alimentar os ideais e manter a participação cívica, de modo a evitar o esquecimento dos valores que fundamentam os regimes, ou será mesmo, que os homens não se conseguem manter íntegros?

Comemoremos esta Centenária República cujos valores fundadores continuam actuais e empenhemo-nos no rejuvenescimento das Figuras que a governam ou, se tal não fôr possível, descobramos uma Nova Via que promova justiça, cultura, progresso e prosperidade para todos os cidadãos.

Saúde e Felicidade!

Viva a República!

Viva Portugal!

Vamos estar no Teatro Lethes, em Faro para acompanhar o “Amanhecer na Rotunda” que o Teatro Análise de Loulé leva à cena e nos transportará às horas que antecederam a queda da Monarquia Constitucional e à Implantação da República em Portugal (a 2ª na Europa, depois da francesa!)

10 comentários

Filed under Cidadania

10 responses to “100 anos passados…

  1. Lena

    Felizmente quem acredita na República ainda são na sua maioria os eleitores portugueses. A percentagem que se pode ver de votantes monárquicos nas últimas eleições quer dizer simplesmente que esses ideais estão completamente fora do interesse deste Povo. Parabéns à nossa Centenária República.

  2. Bracarense

    Li esta tarde esta frase que diz muito a nós os que acreditamos na República:
    Aceitar os filhos e netos de uma qualquer família, para lhes confiar o poder do Estado, é abdicar do direito de eleger e ser eleito para as funções que dinastias de predestinados confiscavam.
    Bracarense

  3. Republicano

    100 anos passaram. 48 pelo menos os ideais republicanos foram cortados ao meio. O 25 de Abril ressuscitou os nossos ideais. República Viva! Republicano

  4. Tem muita razão o “Republicano” em vir recordar a “longa e tenebrosa noite” de quase meio século que não pode ser considerada República!
    Mesmo na Monarquia de D. Carlos e D. Manuel os direitos cívicos e a expressão de opinião foram mais livres. As perseguições aos oposicionistas não atingiram, de forma nenhuma, aquilo que sucedeu no Salazarismo!
    Viva a, ainda jovem, República!
    Viva a Liberdade em Portugal!

  5. Norton

    Ser republicano é, hoje e sempre, um acto de cidadania que tem a ética como baliza e a Liberdade, Igualdade e Fraternidade como divisa, projecto e ambição. Norton

  6. Milton

    E a República cá na terra funciona como na Coreia ? Por vontadinha dos nossos politicos locais faziam já o mesmo que fez o Cunhal lá do sitio.
    Milton

  7. Palma

    Assisti hoje no Teatro Lethes de Faro à apresentação pelo TAL da Casa da Cultura de Loulé, da peça “Amanhecer na Rotunda”. Entre os momentos interessantes deste espectáculo quero destacar a estreia do amigo António Almeida que se portou à altura dos seus papéis. Parabéns! Quando houver representação em Loulé o público amante desta arte deverá estar presente para mais uma vez apoiar os artistas da terra. Palma

  8. Oh meu amigo Palma,… ficas a saber que me embaraças!
    É que, para mim, foi a República e seus ideais, muitos por realizar, que me fez representar. Mais mal do que bem, natural em quem se estreia em tão exigente arte, sempre com medo de “manchar” pergaminhos de “companhia” com décadas de experiência. Muitas vezes sem entender o “alcance” do jargão e das “dicas”… Foi a República meu bom amigo, foi ela, que me deu a energia para aquilo que fiz! Bom ou mau só vocês, que assistem dirão, que eu nunca vi aquilo que fiz!
    Obrigado, porque, conhecendo-te, acho que és sincero!

  9. Merkhabala

    Depois de não sei quantos anos a brincar aos reis e às rainhas fartámo-nos e resolvemos matar o rei para podermos brincar a outra coisa… Já lá vão 100 anos que andamos a brincar aos presidentes e presidentas de uma coisa a que chamam de República… Bonito…!! Ainda tentámos brincar a uma coisa que se chamava de fascismo, mas as regras eram muito rígidas e demasiado óbvias, toda a gente sabia quem era o ditador e não tinha piada nenhuma… Então mudámos um bocadinho as coisas, resolvemos manter as regras muito rígidas mas dissimulá-las, através da falta de bens essenciais e de impostos muito altos e em vez de só um ditador passámos a ter muitos… Assim nunca sabemos de quem é que vai sair a próxima ideia parva e ficamos sempre na expectativa, o que dá uma certa piada à brincadeira… Brincadeira parva diga-se de passagem, mas que faz muita gente divertir-se… Parece que estou a ver o Sócrates a chegar a casa, a ligar à mãezinha e esta perguntar-lhe: “Então meu filho o que fizeste hoje,correu-te bem o dia?”
    E o seu lindo filho a responder-lhe: “O meu dia foi porreiro pá mãezinha, passei-o a brincar a uma coisa que se chama de República Democrática e hoje foi a vez do ministro das finanças de ter uma ideia parva. Devias de ter visto a cara do povo quando soube da ideia… Diverti-me imenso mãezinha.”
    Tenham dó, deixem de brincar, abram os olhos e acordem prá vida, abram as vossas mentes… Existe um mundo real para viver… Que tal outras soluções!!!????
    Eu dou-vos uma ideia…


  10. Merkhabala; tu tens razão! Há que considerar a emergência de um novo caminho que nos traga equilíbrio e justiça para todos.
    Vamos tentar criar um discussão desse assunto para ver se valorizamos as nossas esperanças, talvez queiras continuar a contribuir para “abrir cabeças”…

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