Loulé: a Cidade Fechada!


Encerrado o Centro; Circular ambígua com sinalização dúbia; filas densas de tráfego em zonas residenciais… Parqueamento pago a espalhar-se como nódoa de tinta!

Privilégios e direitos de parar geridos ao milímetro…

Sim, assistimos, por estes dias, a “ALGO” que seria ridículo se não fosse triste: Uma Cidade intransitável!

Uma obra apresentada como requalificante e promotora da cidade, favorecedora do comércio local, tem obrigado e obrigará os automobilistas e “comerciantes” a “roubar” o parqueamento dos moradores das periferias desse Centro!

Pagar para entrar na Cidade??!!!! É favorecer o grande comércio globalizado! É atirar os consumidores para o Sr. Belmiro!!

Pois, perante isto, ninguém se revolta? Estará tudo satisfeito ou temeroso de represálias?

A cidade é apenas para andar a pé!… está rica e não necessita de visitas!  A Câmara fecho-a e todos acham bem?!

Nós desejamos saber quem aprovou as taxas e desenhou as áreas de Parqueamento Pago!

17 comentários

Filed under Blogosfera, Cidadania, Comércio, Consumo, Loulé, Opinião, ssebastiao

17 responses to “Loulé: a Cidade Fechada!

  1. Anónimo

    E os lugares para os carros dos senhores da Câmara Municipal também vão ser pagos?!

    • Anónimo pergunta algo que tem uma resposta certa, esta: O Presidente que, enquanto vereador de Oposição justificou a tardia chegada às sessões com a dificuldade de estacionar a viatura (!?), não deixará de garantir na “renovada” Praça fronteira ao Palácio, os lugares para os Ex.os Vereadores da Situação, gratuítos e exclusivos!!

  2. Phill

    Mais uma vez o Professor Almeida a colocar o dedo na ferida. Mais uma vez muitos dos nossos comerciantes se calam perante o poder arrogante de Loulé. Porque será? Alguém que responda!

  3. Pettter - Campin de cima

    Fossem outros que estivessem no palacete camarário e veriam as manifs que se fariam à porta da Câmara e os comentário jocosos pelas ruas da cidade. É assim parte da população desta terra que deixou de ser a nobre vila de Loulé para ser umas vilória qualquer.

  4. Anónimo

    porque os comerciantes, não têm poder, nâo têm palavra, não têm nada…

  5. Geo

    Mas se os comerciantes não têm poder palavra têm concerteza e ninguém os poderá calar se forem unidos e disserem verdades. Só que grande maioria são afectos politicamente àqueles senhores e por isso aceitam tudo o que vem deles. Por mim falaria sempre fossem estes ou outros. Desde que achasse que estava mal. G E O

  6. Milina

    Ainda no outro dia falei a um comerciante cá do sítio quando lhe fazia umas compras, dizendo que não concordava com aquilo e ele só não me comeu porque eu lhe estava a dar dinheiro a ganhar. Um horror. Nunca mais lá volto! Milina

  7. cidadão atento

    Trabalho no centro e vou a pé para não pagar estacionamento.
    Quando tenho que fazer compras a alternativa são as grandes superficies porque o acesso é fácil.
    Comércio tradicional já era…
    Até aqui tudo bem
    Espero eu e todos nós que o executivo e dirigentes desta autarquia que prima pela inovação, não deêm o exemplo de levar as viaturas até á porta do palacete, ou então tenham isenção de pagamento na Avenida como se de moradores se tratasse!

    João

  8. jdemocrata

    O Snr. João se tivesse no lugar das entidades camarárias se calhar até levava o carro lá para dentro. Falar é fácil. Fazem muito bem os autarcas colocarem os seus carros naqueles lugares. São eles que definem os destinos do concelho e nisto também. Porque não haveriam de ter direito Snr. João? Tem ciumes de não ser um deles? Vamos ser mais comedidos para com os eleitos da maioria dos louletanos que em boa hora escolheram estes grandes homens. J. Democrata

  9. Toca

    Eu acho mesmo que os eleitos da CM deveriam ocupar toda a Avenida, Praça da República e Rua do Arquivo e mesmo as nossas casas deveriam estar ao dispôr de suas excelências os maiores eleitos pelo bom povo. Tudo mas tudo para as entidades a que refere o J. Democrata.

  10. ana

    o problema é de facto a cidade em obras há meses de mais… no entanto o estacionamento pago foi uma boa decisão porque antes cada lugar no centro parecia que tinha dono e agora podemos tratar dos nossos assuntos com facilidade… agora quando estacionarem nos lugares do centro os carros da câmara será voltar ao mesmo.

  11. Anónimo

    Concordo com o pagamento do parque, não concordo é com a falta de alternativas!
    Poderíamos ter os parques periféricos servidos pelos mini bus tal como acontece na noite branca p.e.
    Desde que o parque é pago circula-se muito melhor na cidade, o que potencia a vinda de visitantes!

    Quanto as obras são um mal necessário e até acho que estão a correr bem. Preocupa-me é estarem a correr bem de mais!

    Quanto à Praça de Republica em si, penso que deveria permanecer tal como está agora, fechada ao trânsito automóvel.
    Os lugares reservados à CM estão muito bem junto à Igreja, e não me chocava que ocupassem os que estão frente ao mercado.

    Os comerciantes ganhavam muito mais com a rua fechada ao transito, e nós, os munícipes também!
    A rua do comércio em Lisboa tem trânsito?
    A de Santa Catarina no Porto tem trânsito?
    A de Santo António em Faro tem trânsito?
    Qual é a cidade no mundo em que as zonas de comercio tradicional tem transito?!?

    Mantenham a praça da republica fechada ao transito e fomentem umas novas e grandes esplanadas. Ai sim o comercio vai desenvolver!

    Sim, sim, temos muito trânsito nas horas de ponta…
    Com as faixas estreitas, e com a lomba/passadeira junto à CM, qual o escoamento que a praça vai dar ao transito?!?!
    Se usarmos as alternativas, o trânsito flui tão bem como tem fluido durante as obras!

    Não sejamos pequeninos, e deixem lá as rixas políticas, pessoais e provincianas.
    Pensem na nossa cidade e não nos vossos umbigos!

  12. A rua do comércio em Lisboa está a abarrotar de gente e a Baixa de Faro também. Todos os dias é uma noite branca. Não se pode circular por lá. Aqui por Loulé, também, segundo consta, os clientes das grandes multinacionais vão-se deslocar em massa para junto da Praça da República, depois de fechada ao trânsito e os sofás da noite Branca já não dão má figura expostos indecentemente no alcatrão. As filas de trânsito que agora entopem a circulação na cidade devem-se à loucura humana de ocupar um lugar ao sol na Praça da República. Cumprimentos ao amigo anónimo anterior.
    João Martins

  13. Anónimo

    Amigo João Martins, é por críticas e ironias baratas como a tua que não vamos a lado nenhum.

    Cresce, transforma-te num homenzinho e quando criticares, apresenta uma solução, caso contrário cais num ridículo muito triste.

    Apresentar ideias, opiniões, sugestões é muito saudável. Apresentá-las contrariando a de outros ainda mais saudável o é, mas apenas quando sabemos defendê-las com carácter e seriedade.

  14. Este tem sido um debate interessante entre duas visões possíveis do Centro da Cidade, a saber: Mais conservadora do seu passado e diversidade; ou mais cosmopolita e festiva, aproveitando a ameno clima e a diversidade da procura turística. Fico na hipótese não testada do “meio-termo”!
    Contudo a “mancha de tinta” que caracteriza o parqueamento pago, ultrapassando em muito o Centro da Cidade, acabou por não ser discutida…
    Na verdade importa aguardar pela conclusão das obras na Praça da República e Rua da Barbacã para que se tenha uma ideia do funcionamento desse eixo social e económico desse núcleo vital da Cidade, aguardemos, portanto!
    Também não foi apontado o carácter deselegante de tanto sinal rodoviário, porventura dispensável, que desfeia a reabilitação da Praça. Voltaremos a este assunto de forma mais directa e com propostas!
    O blog agradece a todos o contributo que aqui deixaram, com o sem ironia, num assunto, da máxima importância para Loulé e afirma-vos o prazer com que os acolheu.

  15. Jorge Rato

    Ó Almeida veija lá que o JV é quem escreve mais de uma metade dos comentarios com uma data de nomes diferentes. Assim é batota, não acha?
    Abraços
    J.R.

  16. Caro anónimo. Com tanta modernidade e tanta qualidade de governança serodia estamos a ir longe. Eu diria que estamos a ir à lua. Não há em Loulé miséria, pobreza, desemprego, fome, nem endividamento, nem quase que já há árvores. E tudo graças ao dr. Emídio e aos seus fieis. Parabéns. E caro professor Almeida, não, o tempo não é, de meias tintas, é de defender as nossas ideias com convições, mesmo que do outro lado nos tentem rotular de “bota abaixistas”.

    Cumprimentos caro anónimo.
    João Martins

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