Eventos… somos bons nisso!


Na verdade até a Instituição Universitária Local (INUAF) produziu trabalho de valorização dos Eventos, com a participação de um experiente autarca e mais do que habilitado promotor do Turismo do Algarve…

Acolher é o nosso fado; somos bons a acolher. De tão bem querermos acolher nem sempre olhamos ao “DEVE e HAVER… Depois de termos acolhido os grandes da NATO queremos acolher a NATA DA BOLA…

Será só em 2018 (e no bonús, 2022) que algo Entrará e muito o que até lá Sairá. Será uma Parceria… Mas nós em Parcerias temos ficado com os Restos!

Enquanto esperamos a decisão da FIFA lançamos um debate onde o EURO’2004 e os seus Estádios não deixará de estar presente, agora que são públicas as dificuldades financeiras que já então existiam e que o seu principal promotor foi acusado de crime gravíssimo e restam contas gravosas para pagar…

http://esportes.terra.com.br/futebol/noticias/0,,OI4822738-EI1832,00-EspanhaPortugal+bajula+diz+que+Fifa+e+limpa+e+defende+ate+afastados.html

3 comentários

Filed under Blogosfera, Cidadania

3 responses to “Eventos… somos bons nisso!

  1. E pronto! Desta dúvida já nos livrámos: Fica a Rússia em 2018 e o Qatar em 2022.
    O post pode, agora, ser comentado quanto às razões da escolha e da admissão da Candidatura Ibérica.

  2. Farense

    Os Resteleiros já estão contentes. O que é preciso é que não aconteça nada que nos valorize e traga algum dinheiro como era este o caso e diferente dos outros anteriores. Já está tudo contente outra vez . Enterra! Para sermos mais felizes! . Só falta ouvir esse cérebro que veio do céu para nos iluminar em cada noite na televisão. Um tal Santo Medina. Que haja fé, muita fé, muita fé. Farense

  3. Blogger

    Foi melhor não nos calhar esse bolo. Vejam como a economia nossa se tem portado ao longo destes anos:
    A nova epígrafe é a seguinte:

    ‘Olhando para os quatro governos individualmente, o maior aumento na despesa veio durante os governos de Durão Barroso e Santana Lopes: 0,48% por ano. Segue-se-lhe o governo de Cavaco Silva com 0,32%, António Guterres com 0,31%, e por fim José Sócrates com um aumento de apenas 0,14%.’ – Ricardo Reis, professor de economia na Universidade de Columbia

    Quando tanto se fala de despesa pública, é bom avivar as cachimónias.

    (Publicado por Miguel Abrantes do Blog lisboeta Câmara Corporativa)

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